Sindicato dos Médicos mantém denúncia de eutanásia nos hospitais de Manaus

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, Mário Vianna, disse não temer ações na Justiça em decorrência da denúncia da prática de eutanásia praticada por profissionais médicos no Amazonas, durante o período mais crítico do colapso na saúde em Manaus com chamada segunda onda da pandemia de Covcid-19.

Vianna disse que agiu em obediência ao Código de Ética da profissão que obriga a denunciar esse tipo de situação. O médico acrescenta que o próprio Código Penal em seu artigo 13 também enquadra como crime omissões sobre esse tipo de ocorrência. As afirmações foram dadas durante a live do Jornal do Commercio e do Portal JCAM, realizada na última sexta-feira.

“Eu não quero ser omisso e nem rasgar o código de ética. Não tenho medo de quantidade. Pode vir quem quiser atacar minha honra. A resposta será dada na Justiça no tempo e na maneira correta. Eu sei o que fiz que o que faço”, afirmou.

Na entrevista, o presidente do sindicato fez questão de manifestar respeito aos profissionais de saúde e também apresentar condolências às famílias que perderam entes queridos nesta pandemia.

Eutanásia

O presidente Sindicato dos Médicos do Amazonas fez a denúncia de eutanásia no fim do mês passado nas redes sociais. Logo depois disso, um grupo de entidades médicas publicou nota questionando o posicionamento do representante sindical da categoria. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) também informou que iria ingressar na Justiça contra a afirmação de Mário Vianna.

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