‘Sexting’ ajuda a perder timidez e amplia possibilidade de sexo

Aplicativos de relacionamentos picantes estão cada vez mais caindo nas graças dos usuários brasileiros. E o motivo é fácil explicar: eles são formas de estimular uma nova prática que, segundo a pesquisa realizada pela DREXEL UNIVERSITY, nos Estados Unidos, tem relação com a melhora da satisfação sexual, o ‘sexting’. O termo é um anglicismo. Trata-se de uma contração de sex e textinge refere-se à divulgação de conteúdos eróticos e sensuais através de celulares. Teve início com as mensagens SMS de natureza sexual e explodiu com o avanço das tecnologias digitais móveis.
Apesar de contribuir para o estímulo sexual e oferecer a oportunidade de pessoas perderem um pouco da timidez quando o assunto é sexo, a sexóloga do site de encontros casuais C-date, Carla Cecarello, alerta para os cuidados que se deve ter em relação ao fenômeno proporcionado pela tecnologia, já que ela permite extrapolar alguns limites. O termo “sexting”, primeiramente, refere-se a troca de texto, fotos ou vídeos sugestivos que despertam a imaginação do(a) parceiro(a). Com a aparição de aplicativos e sites de relacionamentos a prática desse tipo de conteúdo se tornou mais comum e algumas pessoas aproveitam-se dessas ferramentas para perder a timidez e explorar seu lado mais erótico.
O comum, muitas vezes, era ter pessoas presas, por anos a fio, em relacionamentos que garantiam uma rotina ou a uma educação sexual rígida que contribuíam para uma inibição sexual. Isso só fez que, no sexo, as atitudes e ações fossem engessadas e sem prazer. Por esse motivo as pessoas, principalmente mulheres, apresentavam uma baixa autoestima, não conseguiam acreditar no próprio potencial sexual e em razão disso não se mostravam para o outro. A razão, tanto no caso do sexting como para os sites de relacionamento, por exemplo, o C-date (www.c-date.com.br), ou para os aplicativos de sexo fazerem sucesso é justamente porque eles proporcionam às pessoas reverterem essa mentalidade. Com isso, elas adquirem autoconfiança e alcançam desempenhos melhores, principalmente na prática sexual.
“Poderíamos enumerar uma série de motivos que levam as pessoas na busca de aplicativos e sites de relacionamentos, mas, o que vemos são pessoas, na grande maioria das vezes, em busca de algo novo e diferente para suas vidas. Algo que lhes proporcione mais emoção e, consequentemente, mais prazer”, afirma a sexóloga. As novas plataformas de relacionamentos, voltadas justamente para essa prática do ‘sexting’, trouxeram uma nova forma de se relacionar. A troca de conteúdos apimentados erotiza muito a relação. Ela cria um grau muito grande de expectativa.
Porém, Carla Cecarello alerta que é preciso dosar. “Compartilhar fotos e vídeos próprios requer muito cuidado para que o conteúdo não caia em mão erradas”, adianta. A principal dica da sexóloga para quem quer praticar o ‘sexting’ é enviar conteúdos que não exponham o rosto, apenas o corpo ou parte dele. Imagens sugestivas, que não revelem nada por completo. “Dessa forma, as pessoas começam a se conhecer melhor. A entrar na brincadeira de uma forma divertida e descontraída”, destaca. Para fazer isso, no entanto, é preciso estar disposto. “Nada de entrar na onda por que está na moda, tudo tem que acontecer de forma natural e não por obrigação”, ressalta a sexóloga.

Sobre o C-date
Fundado em 2008, o C-date (www.c-date.com.br) foi o primeiro site de encontros casuais da Europa. Atualmente está presente em 35 países e tem mais de 15 milhões de usuários. Todos os dias, mais de 20 mil novos membros – homens e mulheres – se inscrevem no C-date. O perfil dos usuários é composto por pessoas com idade entre 30 e 50 anos e que procuram viver aventuras sem compromisso, de forma elegante.

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