Seu pet também pode ter diabetes

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As causas da diabete são obesidade, alimentação inadequada, falta de exercícios físicos

Hoje, pelo menos a grande maioria dos tutores não sabe. Os pets também podem desenvolver diabetes, uma doença crônica que mata silenciosamente. Então, é preciso ficar alerta para observar alguns sintomas que seu amiguinho possa manifestar.

Em geral, as causas da doença são obesidade, alimentação inadequada (o animal ingere muito mais calorias de que realmente precisa), falta de exercícios físicos, mas muitas vezes esses indícios estão relacionados à predisposição genética.

Se você observar que seu bichinho está acima do peso, começa a urinar muito, se cansa facilmente e tem fadiga com frequência, a recomendação é levá-lo logo a um exame mais especializado ou acurado. E, nesses casos, a possibilidade de um diagnóstico positivo de diabetes chega a 80%, em média.

A poliúria (que é urinar muito ou excesso de xixi) é um bom indicativo de que seu pet está desenvolvendo ou já tem diabetes, tal como ocorre com os seres humanos. Isso acontece porque os rins não conseguem mais absorver a glicose produzida pelo organismo, fazendo com que o animal urine com maior frequência para dar vazão a essa substância – muito essencial, mas que em excesso pode ser letal porque destrói de forma silenciosa todos os órgãos.

O bichinho passa também a beber bastante água e a liberar um hálito que se parece com o odor de acetona, resultado da impossibilidade de o organismo metabolizar corretamente as substâncias necessárias ao corpo.

O diabetes é caraterizado pela baixa ou falta de produção de insulina, necessária para metabolizar a glicose. Enfim, grande parte do que é ingerido se transforma em açúcar no organismo. Se houver consumo em excesso de alimentos, o corpo pode ficar sobrecarregado e não ter mais condições de metabolizar as substâncias.

E é aí que mora o perigo. Por isso, é importante uma dieta equilibrada e bem balanceada para prevenir futuros problemas que possam abrir portas para o desenvolvimento de doenças de ordem metabólica, como o diabetes – hoje cada vez mais frequente em cães e gatos e são uma das maiores causas de mortes de animais domésticos.

Geralmente, a variação média de aparecimento de diabetes em cães é nas faixas etárias de quatro a 14 anos, mas a maioria dos casos acontece entre os sete e nove anos de idade, dependendo da dieta e de hábitos saudáveis, o que fará um grande diferencial na prevenção da doença.

Existem duas formas de diabetes – o diabetes mellitus (diabetes tipo 1) ou diabetes tipo 2. Com isso, o pâncreas fica impossibilitado de metabolizar adequadamente a glicemia ou glicose. O mellitus acomete mais os cães e o tipo 2 acontece em pelo menos 20% dos gatos. As cadelas têm mais predisposição ao tipo 1, mas essa forma acomete também grande parte dos cachorros.

Quando os remédios convencionais não dão conta de metabolizar mais a glicose, é necessária a administração de insulina em cães e gatos, como acontece com os seres humanos. Então, quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de controlar a doença e aumentar a sobrevida do seu amiguinho. Fique de olho, não relaxe. Fica a dica.

POR DENTRO

Principais sintomas

– Poliúria ou excesso de xixi

– Maior ingestão de água

– Hálito semelhante ao odor forte de acetona

– Cansaço, fadiga

– Opacidade nos olhos

– Catarata precoce

DICA ANIMAL

Piometra: um risco iminente

Crescem cada vez mais os casos de piometra em cadelas e gatas, que resultam geralmente do abuso de anticoncepcionais nos animais domésticos. Muitas vezes por falta de informações ou até negligência, alguns tutores recorrem a esse método contraceptivo para prevenir a gravidez súbita ou indesejada nos pets, levando a desenvolvimento da doença, que é uma infecção aguda no útero.

Se não houver um atendimento emergencial, o animal pode morrer subitamente. Em geral, dependendo do caso, a recomendação é a cirurgia. Aliás, o melhor recurso contra gravidez em animais é a castração, um método simples e eficaz. Então, não submeta o seu pet a um sofrimento desnecessário. Castrar é a melhor solução. Evita ainda o surgimento de tumores, principalmente os de mama.

Vacina contra rinotraqueíte

Previna a rinotraqueíte no seu gatinho. A doença avança em animais não vacinados, principalmente nesta época do ano no Amazonas, caraterizada por chuvas intensas e torrenciais – um prato cheio para a proliferação do vírus da enfermidade.

O maior risco é que a doença pode evoluir para pneumonia e levar à morte do bichano rapidamente. Por isso, é muito importante que os felinos comecem a ser vacinados a partir dos 60 dias de vida, que pode prevenir essa doença respiratória, além de outras que acometem o seu amiguinho. Redobre a vigilância com a prevenção.

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