Setor vive década de transformação, afirma ministro Luiz Barretto

Não só o Turismo mudou no Brasil, mas o Brasil está se transformando com o fortalecimento da política nacional do Turismo. A avaliação é do ministro do Turismo, Luiz Barretto, que, na manhã da última sexta-feira, 14, abriu a programação do Fórum de Tecnologia Social – construindo cidades e formando cidadãos, em Osasco (SP).
Esta é uma década diferente para o turismo nacional, segundo Barretto. Depois de seis anos da priorização do setor como política de Estado, desde a criação do Ministério do Turismo, o planejamento estratégico desta atividade econômica entra agora em uma nova fase.
Os investimentos públicos estarão voltados para a qualificação da infraestrutura, dos aeroportos, da rede hoteleira, dos projetos de mobilidade urbana e de outros itens indispensáveis para credenciar o país ao receptivo da Copa do Mundo de Futebol 2014.
“Se viemos em ritmo acelerado de investimentos e crescimento no Turismo, a tendência, daqui para a frente, é multiplicar a velocidade desse processo”, avaliou.
Segundo ele, o Brasil evoluiu em todos os setores e já é reconhecido pela evolução. Os inúmeros avanços do governo federal foram possíveis porque “o diferencial é pensar o desenvolvimento com inclusão social”, disse o ministro. Ele defendeu que “de nada adianta ter crédito, baixar juros e fazer o país crescer, sem conseguir trabalhar por uma política que promova a redução das desigualdades sócio-econômicas do Brasil”.
Ainda no painel sobre Investimento público e inclusão social, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, enfatizou que, na gestão do presidente Lula, as políticas de inclusão social são quesito de governabilidade. “O que realmente interessa é o cidadão, os sonhos das pessoas e o que precisa ser feito para democratizar a qualidade de vida no país. Os governos são atividades suprapartidárias”, assegurou.

Soluções para o Brasil

O prefeito de Osasco, Emídio de Souza, disse acreditar que os programas de âmbito federal, no governo, “garantem sentido nacional ao grande projeto de inclusão social desenvolvido pelo Ministério do Turismo”. De acordo com Souza, “em um país como o Brasil, que tem muitas carências, é preciso abrir caminhos para o desenvolvimento. O governo federal o faz muito bem, na medida em que não renuncia ao seu papel de investidor público”.

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