Setor de prótese dentária movimenta cerca de US$ 66 milhões anualmente

O segmento de prótese dentária, pouco difundido por se tratar de um serviço terceirizado da odontologia, se consolida como um dos mais promissores na área da saúde e estética bucal. Com cerca de 20 mil profissionais no mercado em torno 3.200 laboratórios espalhados pelo Brasil, dos quais 90% formados por pequenas e médias empresas, o setor movimenta US$ 5.5 milhões por mês.

O panorama positivo do setor, estimula também quem deseja ingressar na profissão. As 40 escolas espalhadas pelo Brasil, formam mais de 800 profissionais em prótese dentária anualmente. Números que aumentam ano após ano desde que a profissão foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia.

“O segmento técnico está em franca expansão. Publicações científicas estrangeiras já consideram o Brasil como um dos centros mundiais de excelência em prótese dentária, ao lado do Japão, Estados Unidos e Alemanha”, destacou o presidente do 10º Congresso Internacional de Técnicos em Prótese Dentária, Toshio Uehara.
“O interesse pelo setor é tão grande que a APDESP (Associação dos Protéticos Dentários do Estado de São Paulo) investiu cerca de R$ 1,2 milhão em infra-estrutura, para realizar o 10º Congresso Internacional de Técnicos em Prótese Dentária. Considerado o maior do mundo, a expectativa do evento, que será realizado de 11 a 13 de outubro, no ITM Expo, em São Paulo, é movimentar cerca US$ 8 milhões em negócios.

Cerca de cem empresas brasileiras e as maiores estrangeiras do setor odontológico apresentarão seus equipamentos na Expolabo, evento comercial que ocorre simultaneamente ao congresso. A previsão é reunir mais de 8,5 mil pessoas, número 6% superior ao registrado na edição anterior, em 2005.

Cenário atraente

O mercado de trabalho, embora retraído, é extremamente atraente para o técnico em prótese dentária. Para ingressar na carreira é preciso fazer curso técnico em prótese dentária, que tem duração média de dois anos. O curso equivale a um ensino médio profissionalizante. Atualmente, existem cerca de 40 escolas técnicas em todo país.
O técnico em prótese dentária confecciona aparelhos de ortodontia, aparelhos de prótese removível- conhecidos popularmente como “ponte”, implantes, trabalhos com facetas de porcelana, entre outros.

Depois de formado no curso técnico e inscrito no CRO (Conselho Regional de Odontologia), na área em que vai trabalhar, o protético (TPD) geralmente ingressa no mercado como estagiário, na função de auxiliar em laboratórios de prótese dentária. A remuneração nestes casos pode variar entre R$ 600 e R$ 1.000 mil mensais.
Ao obter mais experiência o profissional pode chegar a ganhar entre R$ 1.500 e R$ 2.500 numa jornada de trabalho de oito horas diárias. Com uma reserva e muita dedicação, vários profissionais optam por montar o próprio laboratório tendo uma possibilidade de ganhos maior.
Segundo dados do Conselho Federal de Odontologia, em Manaus há 61 técnicos em prótese dentária.

Regulamentação

O panorama positivo do setor, estimula também quem deseja ingressar na profissão. As 40 escolas espalhadas pelo Brasil, formam mais de 800 profissionais em prótese dentária anualmente. Números que aumentam ano após ano desde que a profissão foi regulamentada pelo Conselho Federal de Odontologia.

“O segmento técnico está em franca expansão. Publicações científicas estrangeiras já consideram o Brasil como um dos centros mundiais de excelência em prótese dentária, ao lado do Japão, Estados Unidos e Alemanha”, destacou o presidente do 10º Congresso Internacional de Técnicos em Prótese Dentária, Toshio Uehara.

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