Sepror imuniza 99% do rebanho estadual contra febre aftosa

A vacinação contra a febre aftosa no Amazonas imunizou 99,69% do rebanho bovino e buba­lino existente nos 62 municípios do Amazonas. Este é o resultado oficial da primeira fase da campanha deste ano contra a doença, onde foram investidos cerca de R$ 5 mi­lhões de reais. É o segundo maior índice de vacinação desde 2001, perdendo apenas para a primeira campanha de 2006, que alcançou 99,73%. O relatório completo dos trabalhos, que foi entregue no último dia 4 ao secretário de Estado da Produção Rural, Eron Bezerra.
Segundo o documento, foram vacinados 1.379.300 ani­mais dos 1.383.538 existentes no Estado. Mais de 500 pessoas estiveram envolvidas na campanha, entre funcionários da Sepror, do Idam (Instituto de desenvolvimento agropecuário e florestal sustentável do Estado do Amazonas), da Codesav (Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), órgão coordenador da vacinação, e entidades parceiras como prefeituras dos municípios, SFA-Am (Superintendência Federal de Agricultura), e o próprio Mapa (Ministério da Pecuária e Abastecimento).
A campanha deste ano começou no dia primeiro de maio e durou 45 dias, após ter sido prorrogada por su­gestão do governo federal.

Diferencial do trabalho

O principal diferencial em relação às edições anteriores foi a chamada aplicação com “agulha oficial”, ou seja, com a participação de veterinários, engenheiros agrônomos e técnicos em agropecuária da Codesav, Idam, Sepror e Mapa. Eles atuaram nos municípios de Parintins, Itacoatiara, Urucurituba, Manaus, Careiro da Várzea e Autazes.
Para esses seis municípios foram mobilizados 108 funcionários das quatro instituições e investidos mais de R$ 1 milhão, somente pela União. De acordo com o titular da Sepror, Eron Bezerra, essas medidas fazem parte das exi­gências do Mapa para a mudança do status amazonense de risco desconhecido para área livre. Atualmente, ape­nas Guajará e Boca do Acre se encontram nessa situação. “A Sepror, em conjunto com a Codesav, está empenhada em atender às exigências do Governo Federal, realizando diversas parcerias inclusive com os governos dos Estados vizinhos para intensificar a vigilância do trânsito animal nas fronteiras”, informa Eron. “O difícil não é eliminar a febre aftosa mas sim conseguir manter essa condição”.

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