Semarc 2009 tem presença de executivos ingleses

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) está trazendo ao Brasil os dois principais responsáveis pela aplicação dos códigos bancários de autorregulação da Inglaterra para participar do Semarc 2009 (Seminário de Marketing e Relacionamento com Clientes). O evento discute os temas Relacionamento com Clientes, Marketing e Sustentabilidade e será realizado dias 20 e 21 de agosto, em São Paulo.
O painel “Autorregulação bancária: o modelo britânico” vai reunir Robert Skinner, Chief Executive & Director do BSCB (Banking Code Standards Board), em português: Conselho de Padrões Normativos Bancários; e David Thomas, diretor corporativo e principal ombudsman da FOS (Financial Ombudsman Services). O debate será mediado pelo economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg.
OBCSB foi criado em 1999 para tratar da adaptação do setor aos códigos bancários daquele País e para atividades de monitoração. É, a rigor, o modelo inspirador do sistema de autorregulação bancária brasileiro, estabelecido pela Febraban há um ano e que se encontra em estágio bastante avançado. O BSCB pode aplicar sanções e congrega as maiores instituições da Inglaterra, como o Barclays, o Abbey, o BBVA, o Royal Bank of Scotland e o HSBC.
Já o FOS é uma entidade independente, criada pelo parlamento inglês para ser uma espécie de ouvidoria ou tribunal de arbitragem, servindo para resolver conflitos entre instituições financeiras e consumidores. A instituição recebe, ao ano, cerca de um milhão de consultas (pedidos de informação) resolvendo aproximadamente 100 mil disputas.
“As decisões do FOS vinculam a instituição financeira, que não pode recorrer à Justiça; por outro lado não vincula o consumidor, que, mesmo numa decisão desfavorável, pode acionar o Poder Judiciário”, explicou o diretor de Autorregulação da Febraban, Gustavo Marrone. “Esse é um grande avanço do sistema de autorregulação, na medida em que dá eficiência ao serviço, conveniência e rapidez para o consumidor na decisão, além de diminuir o número de demandas encaminhadas à Justiça”.
Marrone concluiu que é importante apresentar esses cases, como benchmark para o sistema brasileiro, que, em apenas um ano de funcionamento, já apresenta importantes avanços, como a adesão dos principais bancos de varejo, além do estabelecimento de uma série de normas, como as relativas a SACs e a atendimento.

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