SEM PREFEITO – Vereador reclama de ausências das lideranças municipais no período de alagações na cidade

O vereador Waldemir José vem acionando o Ministério Público Estadual contra problemas de infraestrutura da cidade neste início de ano

O vereador Waldemir José (PT) criticou a decisão do prefeito Amazonino Mendes (PDT) de deixar Manaus sem comando, justamente neste período em que várias áreas da cidade sofrem alagação ou corre risco de desabamento, precisando que a autoridade tome decisões rápidas para evitar tragédias. Além disso, a cidade tem problemas com o serviço de coleta de lixo, com o serviço de distribuição de água, trânsito ruim e péssimo serviço de transporte coletivo.
A ausência das principais autoridades municipais demonstra apenas a falta de compromisso com Manaus. O comando da administração de Manaus foi entregue ao segundo vice-presidente da CMM (Câmara Municipal de Manaus), vereador Massami Miki (PSL), que pouco ou nada pode fazer neste curto período em que vai administrar a cidade.
O prefeito Amazonino Mendes (PDT), que não tem vice, viajou e deixou o comando da cidade para o presidente da Câmara, Isaac Tayah (PSD) que também decidiu viajar. Quem deveria assumir a administração municipal era o primeiro vice-presidente da Câmara, Marcel Alexandre (PMDB), que, segundo sua assessoria, viajou para fora do Brasil.
Na avaliação do vereador Waldemir José (PT), esse “lava-mãos” das autoridades municipais, mostra que nenhuma dessas pessoas quer se comprometer com os problemas da cidade e buscar solução para que a população tenha uma vida mais digna. Em meio a toda essa polêmica, chamou atenção a declaração do presidente da Câmara, Isaac Tayah, de que “é ruim para a imagem” ser prefeito de Manaus nesse momento que antecede as eleições municipais.
Ou seja, todos têm consciência dos problemas da cidade, mas ninguém quer se comprometer. “Manaus merece um prefeito disposto a trabalhar e que tenha competência para buscar soluções para os graves problemas sociais da cidade”, destacou Waldemir José.
O vereador Isaac Tayah foi procurado pelo Jornal do Commercio, mas não respondeu às chamadas em seu telefone celular.

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