Segunda parcela do auxílio emergencial para 26 milhões de pessoas

Cerca de 26 milhões de pessoas ainda podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial, anunciou nesta segunda-feira (1º) o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

O saque em dinheiro deste lote para quem tem a poupança social e demais públicos (e que tenha recebido a primeira parcela até 30 de abril) teve início no último sábado. O calendário segue de acordo com o mês de nascimento do beneficiário, até o dia 13 de junho.

Nesta segunda (1º), 2,4 milhões de pessoas nascidas em fevereiro já puderam fazer o resgate em espécie, em caixas eletrônicos, lotéricas e agências da Caixa. Na terça (2), é a vez dos nascidos em março. Cerca de 2,7 milhões poderão fazer o saque em dinheiro.

De acordo com o presidente da Caixa, as filas nas agências têm diminuído consideravelmente porque parte das pessoas elegíveis já utilizou o Caixa Tem para realizar pagamentos na internet, de contas, compras em estabelecimentos comerciais ou como se fosse um cartão via celular, a partir das maquininhas.

Guimarães disse ainda que 10,9 milhões de pedidos feitos pelo aplicativo ou site estão passando por análise e, a depender da verificação dos critérios de elegibilidade, poderão ser concedidos.

DICAS

Para evitar aglomerações e o alto risco de contágio pelo Covid-19, o ideal é ir à agência se não houver outra opção e somente após confirmar que o saque está de fato liberado para o trabalhador e que o código para o saque foi emitido.

Nesta fase, estão sendo atendidos os mais de 50 milhões trabalhadores que se inscreveram pelo site ou aplicativo do programa do governo federal e foram aprovados até 30 de abril.

Quem não quiser pegar o dinheiro em espécie pode continuar movimentando o valor pelo Caixa Tem ou transferir para contas de outros bancos. Neste caso, também é preciso obedecer o calendário de saques. Se na primeira parcela o beneficiário indicou outro banco, a transferência será feita automaticamente na data marcada.

A data de pagamento da terceira parcela deve ser divulgada em duas semanas. Em coletiva de impressa desta sexta (29), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a dinâmica do novo calendário depende de como será a próxima semana, "se irá se confirmar a redução das filas".

Fonte: Redação

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