27 de junho de 2022

Segmento de bufês infantis promete mostrar avanços com profissionalização

Os reflexos da crise internacional ainda não atingiram o ramo de bufê infantil. A avaliação é do presidente da Assebi (Associação das Empresas de Buffet Infantil), Marcelo Golfieri

Os reflexos da crise internacional ainda não atingiram o ramo de bufê infantil. A avaliação é do presidente da Assebi (Associação das Empresas de Buffet Infantil), Marcelo Golfieri. “O setor continua em crescimento”. Pelas contas da entidade, os 600 bufês infantis existentes apenas na cidade de São Paulo empregam, direta e indiretamente, cerca de 24 mil pessoas. “E esse número não deverá mudar substancialmente nos próximos meses”.
Os recentes avanços ­ocor­ridos no segmento e as ­perspectivas para 2009 serão discutidos no 1º Congresso Brasileiro de Buffets Infantis, marcado para os dias 1º, 2 e 3 de dezembro, em São Paulo. No congresso, Golfieri fará apresentação sobre o ­“Panorama do Mercado de Buffets Infantis”.

Evolução do ramo

Assim como mudaram as brincadeiras infantis, mudaram também as opções de lazer para as crianças com o surgimento dos bufês infantis. Os primeiros, lançados no final da década de 1980, eram, na verdade, espaços adaptados em casas. Com o crescimento da demanda por festas em bufês infantis, as brincadeiras nesses espaços passaram a contar com orientação de monitores contratados e palhaços.
Nos anos 1990, entraram em cena os jogos eletrônicos e os hoje comuns balões pula-pula e as piscinas de bolinhas. A partir de 2000 as empresas entraram em sua atual fase no que diz respeito à estrutura, assumindo um papel de mini parques infantis, com brinquedos de grande porte.
Mas essa parte, a dos brinquedos, é apenas a face mais visível da evolução dos buffets. Menos visível e mais importante, afirmou o diretor de comunicação da Assebi, Adriano Chiófalo, foi a profissionalização da administração e dos serviços.
“Há, hoje em dia, uma grande preocupação com a qualidade. Os consumidores estão mais exigentes que há cerca de 20 anos e mais conscientes de seus direitos. Por isso, as empresas do setor investem em treinamento de monitores, na contratação de nutricionistas e na avaliação dos materiais usados na decoração, por exemplo”, observou o representante.
A adoção de um cardápio light e a preocupação com a responsabilidade so­cioambiental são questões que começam a ser vistas com maior atenção. O setor movimenta hoje, uma enorme cadeia de produtos e serviços, como decoradores, fotógrafos e videomakers, boleiras, fabricantes de ­balões, artesãos –que produzem lembrancinhas- gráficas e vallets.

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