Sebrae traça perfil das micro e pequenas empresas mineiras

Uma parcela significativa de micro e pequenas empresas mineiras da indústria e do comércio não adota com freqüência mecanismos de controle do negócio como, fluxo de caixa, cadastro de fornecedores e de clientes, controle de cheques pré-datados e emissão de notas fiscais. Este foi um dos principais resultados da pesquisa realizada pelo Sebrae em Minas Gerais, no final de 2007, com 602 micro e pequenas empresas de 22 municípios do Estado.
“A pesquisa aponta uma estabilidade das micro e pequenas empresas no mercado. Porém, a falta de mecanismos de controle mostra que ainda há muito a ser feito. E o Sebrae está pronto para orientar o empresário a buscar melhores alternativas de gestão”, explicou o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae/MG, Roberto Simões.
O desconhecimento de informações sobre a empresa e o mercado podem dificultar a tomada de decisões gerenciais como realização de investimentos, obtenção de crédito e capacitação dos funcionários. De acordo com aw pesquisa, cerca de um terço dos empresários afirmou ter investido, nos últimos dois anos, no desenvolvimento de novos produtos/processos e em melhorias no design.
Como pré-requisitos para o desenvolvimento dos negócios os empresários apontam a necessidade de redução e simplificação da carga tributária, facilidade na aquisição de crédito e a capacitação da mão-de-obra.
O estudo aponta também que o tempo médio das empresas no mercado é de 12 anos e que a maior parte delas é administrada por homens.

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