14 de abril de 2021

SDS promove 1ª reunião do GT da Castanha

O futuro da produção de castanha do Brasil no Estado do Amazonas foi discutido na primeira reunião do Grupo de Trabalho da Castanha, promovido pela SDS (Secretaria de Estado do Meio ambiente e Desenvolvimento Sustentável), através da Seafe

O futuro da produção de castanha do Brasil no Estado do Amazonas foi discutido na primeira reunião do Grupo de Trabalho da Castanha, promovido pela SDS (Secretaria de Estado do Meio ambiente e Desenvolvimento Sustentável), através da Seafe (Secretaria Executiva de Florestas e Extrativismo).
O encontro aconteceu na quinta-feira (23), na Sala do Conselho da UEA (Universidade do Estado do Amazonas). Segundo dados do GT, o volume anual de produção de castanha no Amazonas está em torno 9 mil toneladas, movimentando uma ordem de R$ 21,5 mil anuais, beneficiando diretamente cerca 1.500 famílias em todo o Estado.
O produto final do encontro – um plano de ações para o setor – deverá ser apresentado ao presidente Lula em sua visita à capital amazonense, na próxima semana.
Para a secretária da Seafe, Sila Mesquita, o GT tem o objetivo de valorizar e fortalecer a cadeia produtiva da castanha no Amazonas. “Este encontro dá continuação à primeira e segunda Conferência das Populações Tradicionais do Amazonas, promovida pela SDS, onde priorizamos a vida e o modo de produção dessas populações através do debate de alternativas para o fortalecimento das cadeias produtivas no Estado, hoje especificamente a da castanha”, ressaltou Sila Mesquita.
Rocío Ruiz, consultora da Cooperação Técnica Alemã (GTZ), proferiu a palestra inicial, com o tema: Proposta de Promoção da Cadeia de Valor da Castanha-do-Brasil. “Nosso objetivo com esta apresentação é promover um nivelamento de informações, fazendo um diagnóstico geral desta cadeia, uma visão futura do setor, identificando os principais gargalos, propostas e parceiros em potencial para o fortalecimento da produção da castanha em todo o Brasil”, afirmou.
Para Fernando Guimarães, diretor de negócios florestais da ADS (Agência de Desenvolvimento Sustentável), este é mais um momento para se consolidar a assistência aos produtores do interior. “Após a estruturação de políticas públicas, assistência técnica e parcerias para estas cadeias produtivas, fica tudo muito mais fácil para que o produtor seja realmente o grande beneficiado com a venda de seus produtos”, afirmou, destacando o Programa de Regionalização da Merenda Escolar, promovido pelo governo do Estado, que lança mão de produtos regionais, produzidos no interior do Amazonas, para serem inseridos na merenda escolar da rede pública de ensino.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email