Ao mesmo tempo em que nosso país constrói e inaugura pontes que ajudam populações, indígenas ou não, a melhorarem seu padrão de vida. Enquanto um trem começa a operar para fazer o percurso de Mato Grosso até Santos, carregando grãos em uma linha construída pelo governo sem propaganda, porém cumprindo uma promessa feita lá no início da campanha. Enquanto a Polícia Federal continua prendendo bandidos, apreendendo toneladas de drogas e deixando bandidos e malfeitores de “cabelos em pé”, mesmo depois do sistema politicamente podre de nosso país ter destruído a Operação Lavajato, o maior sistema anticorrupção que já existiu no Brasil.

Enquanto tudo isso e muitas outras coisas acontecem, como os projetos que são lançados no nosso PIM para fabricar Motocicletas elétricas, nossa agricultura cresce em volume e eficiência perdendo apenas para o Rio Grande do Sul, ao mesmo tempo em que nossa população luta bravamente contra os problemas causados pela já maior enchente da história; enquanto isso nossos infelizes senadores se preocupam apenas em tocar o circo, mirando suas armas no ataque tão óbvio quanto ridículo em acusar o governo federal como responsável pelas mais de quatrocentas mil mortes pelo Coronavírus.

Ninguém discute a gravidade da situação da pandemia, porém de maneira desonesta e completamente demagógica, nossos senadores fazem questão de não tratar como PANDEMIA. Sim, não é uma EPIDEMIA E SIM UMA PANDEMIA. Está acontecendo com a mesma intensidade NO MUNDO INTEIRO, em alguns casos e países com uma intensidade bem mais grave e descontrolada do que em nosso país, basta ver o caso da Índia.

Fazem questão de não lembrar nossos senadores, que somente DOIS PAÍSES conseguiram iniciar a vacinação antes dos outros, os Estados Unidos e o Reino Unido, pois são os detentores das patentes das vacinas e produtores das mesmas. Todos os outros países tiveram que esperar e as dificuldades para adquirir as salvadoras doses ficaram por conta dos interesses políticos dos dois países. Mesmo assim, não se discute no circo apelidado de CPI, que o governo Federal tentou, sem sucesso, cancelar o carnaval para evitar problemas com aquele vírus chamado pelo assessor de saúde da rede Globo de “Gripezinha”, e que a mesma emissora tentou imputar a autoria do termo ao presidente. 

O povo está sendo levado a esquecer, ou não ser informado que aquele carnaval, além do descaso com que um analista de uma rede de informação tratou o vírus, certamente causou uma quantidade de mortes que está simplesmente sendo ignorada. Quando o ex-ministro da saúde aconselhou que os brasileiros só procurassem as redes de saúde quando tivessem febre, com certeza absoluta causou uma quantidade bem grande de mortes. E os senadores estão levando estas mortes em conta? Classificam de genocidas estes personagens como fazem questão de imputar o termo ao presidente?  A credibilidade da CPI que virou um circo dos horrores, desde que passou a ser dirigida por dois senadores criminosos que utilizam a imunidade parlamentar para evitar sua prisão. 

Cada vez que este circo se reúne, nunca tive estômago para assistir na íntegra nenhuma das reuniões, os absurdos acontecem, como a atitude idiota e completamente imoral do Relator ao ler a carta de um nazista na prisão de Nuremberg, fazendo um paralelo entre o tribunal nazista e a CPI. Seria ele ou o Omar Aziz o Hitler? 

A mudança que estamos assistindo, é a de posição dos brasileiros, que com seus celulares à mão tem acesso às informações e mesmo sendo obrigados a fazer a filtragem das Fake News começaram a entender o processo vergonhoso da política brasileira. Alguns que não queriam nem saber de política, começaram a tomar partido e buscar informação sobre a situação da política brasileira, em um processo forçado de civilidade que as escolas deixaram de realizar por conta de duas décadas de educação perdidas em nosso país. Nos resta pedir a Deus que alguma coisa mude positivamente e que aqueles poucos senadores que tem agido de forma consciente consigam mudar alguma coisa nestes carniceiros que só pensam no PODER, que lhes foi tirado por um governo que pensa no povo.

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