22 de abril de 2021

Saco de lixo “made in Brazil” é capaz de eliminar o coronavírus

Na pandemia da COVID-19, pesquisadores seguem investigando formas de inativar o novo coronavírus (SARS-CoV-2) e reduzir a taxa de contágio. Agora, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovou a eficácia de um saco de lixo, de produção nacional, em eliminar o agente infeccioso. Essa tecnologia plástica inédita deve chegar ao mercado nas próximas semanas.

Nos testes de eficácia desenvolvidos pelo Instituto de Biologia da Unicamp, o saco de lixo, desenvolvido pela Embalixo, conseguiu inativar 99,9% dos vírus que estiverem em contato. Segundo o laudo, três amostras diferentes de lixo, contaminadas com o novo coronavírus, foram colocadas no saco, por diferentes tempos de exposição.

A inativação das amostras, que continham o vírus da COVID-19, ocorreu em intervalos que vão de uma até 72 horas. Além do coronavírus, os experimentos foram feitos com sucesso utilizando outros vírus, como o H1N1, causador da gripe, e o adenovírus, que provoca resfriados e outros problemas respiratórios. Esses sacos também eliminam algumas bactérias que provocam mau cheiro.

Na produção do saco de lixo, um tipo de agente antisséptico é adicionado ao material plástico do produto. Por sua vez, esse composto reage nas membranas do saco de lixo com o material potencialmente contaminado pelo coronavírus. A partir do contato com os agentes infecciosos, o material “quebra” proteínas e gorduras dos vírus, impedindo a infecção de células humanas.

A inovação é importante, porque há possibilidade de se contrair a COVID-19 a partir do contato com fezes de pacientes contaminados com o coronavírus, por exemplo. Até mesmo o odor dessas fezes pode ser capaz de transmitir a infecção, quando inalado, conforme foi demonstrado por experimentos em laboratório de pesquisadores chineses.

iPhone “dobrável” já estaria em fase de protótipo, afirma youtuber

Com alguns fabricantes lançando a segunda geração de seus celulares dobráveis, as atenções do mercado se voltam à resposta da Apple. Segundo um youtuber e analista do setor, a empresa até prepara um iPhone dobrável, mas não do jeito que os fãs esperam.

Em um vídeo com seu tradicional estilo sensacionalista, Jon Prosser afirmou que o modelo já está em fase de testes como um protótipo. O detalhe é que, diferentemente dos rivais Galaxy Fold, Razr 2019 ou Huawei Mate X, a tela do misterioso iPhone não dobra.

Pela descrição dada pelas fontes, o smartphone teria um funcionamento semelhante ao do Microsoft Surface Duo, com duas telas independentes. No caso do “iPhone Duo”, ao ser aberto, as duas telas esconderiam a dobradiça do celular, dando a ilusão de que se trata de uma peça só.

A articulação do protótipo — baseado no atual iPhone 11 — é feita com aço inoxidável, usando um revestimento maleável na parte entre as telas para evitar a entrada de poeira e detritos. Apesar dos testes, não há uma previsão de lançamento do modelo, e ele não deve chegar neste ano.

Facebook News chegará ao Brasil em até um ano

Recurso compila notícias no feed da rede social

O Facebook News, recurso que compila notícias no feed da rede social, chegará ao Brasil em até um ano, confirma o Facebook, em comunicado enviado à imprensa. Nas palavras de Campbell Brown, vice-presidente Global de Parcerias de Notícias, a empresa está acelerando o processo de internacionalização desta ferramenta, que já faz relativo sucesso nos Estados Unidos.

De acordo com o Facebook, este recurso foi desenvolvido a partir do feedback de veículos de imprensa e das sugestões das pessoas, sendo um espaço personalizado para notícias na rede social. A meta, ainda segundo Brown, é de ajudar os veículos a alcançar novos públicos, apesar de que 95% do tráfego que o Facebook News entrega aos sites de notícias apenas complementa o que as pessoas já recebem no feed tradicional. Além do Brasil, o Facebook promete levar o serviço a países como Reino Unido, Alemanha, França e Índia, com, claro, pagamentos sendo feitos a veículos dessas praças para garantir que suas notícias estejam presentes na ferramenta. Brown promete, também, que os hábitos do consumidor e o inventário de notícias vão ser pensados de acordo com o público local.

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