Rotta defende ampla reforma política

O deputado Estadual Marcos Rotta (PMDB) defendeu na quarta-feira, uma ampla reforma política para preencher o que ele chamou de “lacuna no eleitorado brasileiro” e ainda sugeriu mudanças que ganharam o apoio de vários parlamentares.
Entre as sugestões de Marcos Rotta, estão à proibição de senadores, integrantes do Ministério Público e parlamentares de assumirem cargos no Executivo. Outra mudança seria a redução do número de senadores que hoje somam 81, para 54, o que significa apenas dois por Estado, e ainda o de deputados federais que passariam de 513 para 400. Outro questionamento abordado pelo presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa foi o papel dos suplentes, pois muitos não são ativos no trabalho político.
Em seu pronunciamento, o deputado lembrou que alguns pontos da reforma estão sendo considerados extremamente polêmicos, como o fim da remuneração de vereadores em municípios com menos de 500 mil habitantes, a adoção do sistema eleitoral misto e a implantação do voto facultativo.
Rotta disse também que muitos eleitores confundem o voto obrigatório, pois para ele, o voto no Brasil não é obrigatório, pois o que existe é a obrigação do eleitor em se dirigir a urna eletrônica, podendo ali, anular seu voto, votar em branco ou ainda optar pela justificativa através dos Correios.
O debate sobre esse assunto já está em pauta há 15 anos no Congresso Nacional e pelo menos 42 matérias legislativas relacionadas ao tema foram publicadas nesse período.
As principais mudanças propostas se referem ao voto distrital, fidelidade partidária, campanha e listas de candidatos por partido. As principais questões que justificam as mudanças são a baixa representatividade, a falta de acompanhamento e o vasto histórico brasileiro de corrupção.

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