Rota 174 revela encantos da Amazônia até o Monte Roraima

Já pensou em percorrer uma área de floresta densa na Amazônia e atravessar as savanas de Roraima até a região montanhosa do Monte Roraima, na fronteira com a Venezuela? Essa é uma realidade que está cada vez mais perto das prateleiras dos consumidores de Ecoturismo e de Turismo de Aventura: a Rota 174. O roteiro integrado rodoviário faz parte da segunda edição da Rede de Cooperação Técnica para a Roteirização do Turismo e será apresentado a operadores de turismo de todo país na última quinta-feira, 17, no Centro de Convenções Frei Caneca, durante o 32° Encontro Comercial Braztoa, em São Paulo (SP).
O roteiro de quase mil quilômetros leva o número da rodovia federal que vai de Manaus (AM) até o município de Pacaraima (RR), atravessando uma parte significativa da Floresta Amazônica. A rota envolve, ainda, o município de Presidente Figueiredo (AM), terra de cachoeiras, e, no estado de Roraima, os municípios de Boa Vista, Caracaraí e Amajari, onde está localizada a Serra do Tepenequém, um local cercado por natureza, magia, lendas e histórias dos tempos do garimpo.
O consultor da Rota 174, Jayth Chaves Filho, garante que “muito verde, atividades voltadas ao Ecoturismo e ao Turismo de Aventura e à cultura cabocla e indígena esperam o turista que visita a região”.
Segundo Chaves, o roteiro será lançado para os operadores em março de 2010. “A rota é uma grande estratégia de mercado; nossa ideia é pegar esse produto, embalar e colocar na prateleira do operador”, ressaltou.
O comitê gestor do roteiro, composto por empresários e instituições públicas, tem trabalhado para fortalecer a infraestrutura, aprimorar a qualidade dos serviços prestados ao turista e divulgar a rota de forma integrada. “Os municípios da rota já têm a noção do que é um roteiro integrado; isso facilita tanto o lado comercial com uma política de preços integrada e para o turista, que poderá optar por fazer todo ou parte do roteiro”, explicou o consultor.
Para Chaves, a paisagem da região em constante mudança devido ao regime de cheias dos rios é um atrativo a parte. “O turista que visita a rota em uma determinada época do ano, se retornar em outra, vai presenciar um regime diferente, uma outra paisagem”, acrescentou.

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