Rodada de Negócios pode movimentar mais de R$ 10 milhões

A Rodada de Negócios da 5ª Fiam (Feira Internacional da Amazônia), realizada em parceria com o Sebrae/AM (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas/Amazonas), pode superar o volume movimentado na edição do ano passado, que alcançou a marca de R$ 10 milhões. Para este ano, foram convidadas 28 empresas âncoras, do Brasil e do mundo, dos segmentos de madeira e móveis, alimentos e bebidas, fitoterápicos e artesanatos.
As Rodadas de Negócios da Fiam funcionam como um instrumento de mercado onde os compradores podem se reunir com mais de 200 empresas ofertantes. Por dia, são realizadas aproximadamente 400 reuniões.
Este ano, os produtos a serem comprados são madeiras para fabricação de portas, janelas e demais mobílias para quarto, pescado, elementos para preparação de geleias e compotas, materiais para artesanato indígena como palha, além de produtos orgânicos para encapsulados.
De acordo com o gerente de Indústrias do Sebrae/AM, Carlos Henderson Cardoso, as reuniões entre os empresários são sempre satisfatórias. “Os encontros demonstram interesses comuns entre quem veio comprar e quem está vendendo. O importante é que haja sintonia entre os empresários para que os negócios possam ser concretizados”, enfatizou.

Uma das empresárias presentes na Rodada de Negócios é a coordenadora do programa Casas do Brasil do grupo Pão de Açúcar, rede carioca de supermercados, Patrícia Luiza Santana. Ela veio em busca de produtos típicos da região Norte do país que são fabricados por pequenos grupos produtores.
Segundo Patrícia, os produtos comprados serão vendidos nas lojas do Pão de Açúcar. “Uma das principais intenções é tornar esses produtos, típicos amazônicos, mais conhecidos na região Sudeste do Brasil, lugar onde estão presentes os supermercados do grupo, para que o artesanato seja também mais divulgado”, declarou. As lojas físicas estão presentes nas cidades de Brasília (DF), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
A gerente informou ainda que o grupo também tem interesses de levar produtos para fabricação de geleias, entretanto, já que tais materiais são perecíveis, como o mel por exemplo, a viagem seria mais dificultosa e isso impossibilita a comercialização.
“Por isso, o nosso foco maior na Fiam 2009 está mesmo no artesanato regional”, destacou. Entre as peças potenciais que podem ser adquiridas pelo grupo estão utilitários de cestaria, bastante madeira e fibras naturais.
Por ser a primeira vez que o grupo Pão de Açúcar participara da Fiam, ainda não é possível mensurar qual o volume de negócios que poderá ser comercializado. Entretanto, Patrícia disse acreditar que a expectativa é de um montante em torno de R$ 20 mil.

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