Robôs ganham espaço na agricultura; será que estamos preparados?

Imagine um futuro com robôs autônomos gigantescos cultivando lavouras inteiras, produzindo grandes quantidades de alimentos com excesso de pesticidas e agrotóxicos, sem árvores ou animais por perto. Em um cenário menos Mad Max e Matrix, pense em pequenas máquinas trabalhando em harmonia com a natureza, que utilizam fontes renováveis de energia e sem produtos químicos, plantando sementes orgânicas sob um céu azul, cheio de ar puro.

De qual desses futuros você gostaria que sua comida viesse? Essa é pergunta feita pelo economista agrícola Thomas Daum da Universidade de Hohenheim, na Alemanha, em um artigo publicado no jornal Trends in Ecology & Evolution. No texto, ele apresenta visões de utopia ou distopia ecológica para discutir como a revolução tecnológica na agricultura pode moldar os próximos anos.

“A agricultura de hoje precisa mudar. As estratégias de mitigação das mudanças climáticas delineadas no Acordo de Paris não podem ser cumpridas sem transformar a forma como cultivamos alimentos. Mesmo se você mudar todos os outros setores, se não alterar a agricultura, ainda assim perderemos essas metas”, diz Daum.

Agricultura 4.0

A agricultura 4.0 é um conjunto de tecnologias criadas para aprimorar o controle, o monitoramento e a forma de trabalhar no campo. Esse sistema se baseia na conexão em tempo real dos dados coletados por dispositivos digitais com o objetivo de otimizar a produção em todas as suas etapas.

Um dos problemas apresentados por Daum é que máquinas como tratores, colheitadeiras e drones geralmente requerem ambientes controlados para funcionarem com eficiência. Isso pode levar a um excesso de monoculturas, aumentando o custo ambiental em troca da padronização agrícola.

Essa consistência ambiental necessária para a agricultura industrializada contribuiu para a perda de biodiversidade, diminuindo a variedade de plantas e espécies animais para manter um ecossistema em equilíbrio. A necessidade de mecanizar e digitalizar a agricultura torna esse processo nocivo a longo prazo.

PayPal permitirá que os clientes negociem usando criptomoedas

Legenda – Empresa já testa área de criptomoedas no Reino Unido – Foto: Divulgação

O PayPal, uma das maiores plataformas de pagamento do mercado, anunciou mais uma novidade para o serviço. Os clientes do Reino Unido vão poder negociar usando criptomoedas. É a primeira expansão internacional do recurso, lançado pela primeira vez nos Estados Unidos no ano passado.

Os usuários poderão escolher entre quatro criptoativos: bitcoin. ethereum, litecoin e bitcoin cash.

O aplicativo e o site do PayPal, segundo a empresa, vão ganhar novas ferramentas que mostram a cotação das moedas virtuais em tempo real, além de um guia com as perguntas mais comuns sobre criptomoedas, os seus riscos em potencial, dentre outros.

A companhia firmou uma parceria com a Paxos, uma instituição financeira que digitaliza e mobiliza ativos, para permitir a compra e a venda de criptomoedas regulamentadas no Reino Unido.

O PayPal começará a implementar a mudança já nas próximas semanas.

A grande aposta do PayPal é que as moedas digitais terão um papel relevante no comércio eletrônico no futuro. Nos EUA, a plataforma já permite que os consumidores dos EUA usem os ativos digitais para pagar comerciantes em todo o mundo.

Jose Fernandez da Ponte, vice-presidente e gerente-geral de blockchain, criptografia e moedas digitais do PayPal, ressalta que o PayPal pode ajudar a apresentar os ativos digitais para mais pessoas. “Os tokens já existem há algum tempo, mas você tinha que ser um usuário relativamente sofisticado para poder acessá-los. Ter isso em uma plataforma como a nossa é um ótimo ponto de entrada”.

“Nosso alcance global e experiência em pagamentos digitais combinados com controles rigorosos de segurança, nos fornecem a oportunidade de ajudar as pessoas no Reino Unido a explorar as criptomoedas”, acrescenta o executivo.

Foto/Destaque: Divulgação

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