Reunião do Codam define fabricação de software e argamassa no Amazonas

O primeiro projeto de soft­ware na ZFM (Zona Franca de Manaus) foi aprovado na última sexta-feira pelo Codam (Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas) que também aprovou o da Saint Gobain do Brasil produtos Industriais para Construção Civil, empresa francesa que vai abrir uma filial na BR-174, Km 16, para fabricar argamassa para revestimento de paredes e chão. Os dois projetos industriais fazem parte de uma pauta de investimentos aprovados pelos conselheiros de aproximadamente R$ 462 milhões e que pode resultar em 2.494 vagas no mercado de trabalho, ao longo dos próximos três anos.
O projeto de software é da M.A.P. Cardoso que vai investir R$ 2 milhões para desenvolver o produto, que inicialmente vai gerar 22 empregos diretos quando iniciar a produção. Para o governador Eduardo Braga, que presidiu 216ª reunião do conselho, realizada no auditório da Fieam (Federação das Indústrias do Amazonas), a aprovação do projeto de soft­ware representa o nascedouro de uma nova Microstware no Estado do Amazonas.
“Todos sabem da competência do cientista Manuel Cardoso, proprietário da empresa, portanto, tenho certeza que vai trazer bons negócios ao Estado, além da geração de mão-de-obra ”, disse.
O presidente da Fieam, Antonio Silva, também considerou o projeto de software como o ponto relevante da reunião do Codam. “Partindo do Manuel Cardoso, um cientista experiente e conselheiro da Fucapi (Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica) com certeza que vai ser de enorme importância para o Estado”, disse.
A Saint Gobain do Brasil vai desembolsar R$ 8,660 milhões, cujas obras físicas estão previstas para começar no início de 2009.

Novas vagas

A meta da empresa, que possui filiais em oito Estados brasileiros, é entrar em operação no meio do ano gerando em torno de 30 empregos. “Embora sejam instalações simples, sempre demanda um tempo para começar a produzir”,afirmou o economista Hélio Pereira da Silva, que está acompanhando o projeto da fabricante francesa em Manaus. O economista destacou que grande parte da argamassa utilizada na construção civil local é importada de outros Estados, a exemplo da Bahia, daí o motivo da Saint Gobain estar investindo na fábrica de argamassa, cuja matéria-prima é cimento e areia. “O mercado é crescente para todo revestimento de paredes e pisos de prédios que usam o produto”, informou, ressaltando que a empresa possui vários clientes no mercado local e a filial vai atender a essa demanda.

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