Resíduos de obras podem ser reaproveitadas

O Governo do Estado, por iniciativa do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), esteve reunido com membros da Aceram (Associação dos Ceramistas do Amazonas) e Sindicer-AM (Sindicato dos Ceramistas do Amazonas) nesta quarta-feira (17), na sede da Aceram, em Iranduba, com o objetivo de sincronizar a ação dos ceramistas de retirada de resíduos de madeira e galhadas geradas com a supressão vegetal para a construção da avenida das Flores com a entrada das máquinas para o início das obras.
O presidente do Ipaam, Antonio Ademir Stroski, abriu a reunião recapitulando quais os procedimentos legais que foram estabelecidos para que os ceramistas possam adquirir os resíduos de madeira e galhadas geradas pelas obras e depois ouviu sugestões dos participantes.
“Vim advertir os ceramistas quanto à logística que devem montar para adquirirem o material que será disponibilizado com as obras da avenida das Flores para que a ação dos ceramistas não atrase o calendário das obras e para que não haja perda de material lenhoso”, explicou Stroski.
Hyrlene Ferreira, presidente do Sindicer, sugere que o Governo dê tratamento diferenciado a este tipo de operação comercial e disse que o Sindicato vai encaminhar esta proposta à Sefaz (Secretaria de Fazenda).
Para o empresário ceramista Sandro Santos, da Cerâmica Montemar, a alternativa apresentada pelo Ipaam “é ideal desde que o preço compense”. Ele está fazendo os cálculos quanto à distância das olarias até o local do trajeto da avenida da Flores onde serão disponibilizados os restos de supressão vegetal para definirem a logística e a viabilidade econômica.
O presidente do Ipaam lembrou que além da avenida das Flores, o Governo já sinaliza obras da Rodovia AM-070 e da Cidade Universitária bem como da pista de acesso à Cidade Universitária, cujo material lenhoso será todo disponibilizado para aquisição pelo setor oleiro. “As perspectivas são de mais de 400 obras estaduais em todo o Estado que pode alimentar de resíduos de madeira o segmento econômico, pois sempre haverá uma olaria em condições mais adequadas para adquirir o material”, comentou o presidente.

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