Ao ir para frente do prédio do STF para exigir que se cumpra a Constituição Federal o povo brasileiro exercera seu livre direito de manifestação, um dos pilares da democracia. O general Paulo Chagas afirmara em manifestação pública: “Estar ao lado do povo é estar ao lado da lei e da ordem… asseguro que as FFAA estarão sempre ao lado da lei e da ordem e não apoiarão nenhum golpe, tenha ele a origem que tiver”. Recado dado e tem direção. E o general Walter Braga Netto fora direto: “O STF, amanhã, deve ter cuidado para não cometer uma tragédia contra ele próprio. Nós estamos prontos para combater”. Assim, essa parte comunista da imprensa que insiste na narrativa de que “as manifestações são antidemocráticas” deve colocar as barbas de molho. Afinal, o apoio que o povo dá ao Presidente é ato de livre manifestação dentro do Estado Democrático de Direito. Se os derrotados nas urnas se revoltam é “res inter alios”, na medida em que os lulopetistas não mais terão platéia e nem serão lembrados nas eleições que se aproximam porque o povo humilde já acordara. Bolsonaro tem amplo apoio popular que a partir de julho crescerá em todas as regiões. Fora eleito democraticamente e os ataques diários que sofre do Estadão, Folha, Globo e Band representam o desespero dos infelizes que só buscam a destruição da democracia pelo uso da violência, da distorção de suas palavras e dos fatos na vã tentativa de manipular os incautos telespectadores; seja pela ação, seja pela omissão. Bolsonaro só recebe ataques de uma parte obscura dos lulopetistas que tem apoio da parte da mídia derrotada nas urnas e, agora do STF e do traidor Moro, o qual revelara seu caráter e jogara no lixo sua biografia como magistrado da LAVA-JATO.

A esquerda só consegue angariar os fora da lei, os sem-terra, os invasores, a CUT e os abastecidos com pão e mortadela para irem às ruas. Hoje os lulopetistas são inexpressivos, nada construíram por longos 16 anos; dilapidaram os cofres públicos e, ainda não se envergonham do péssimo legado deixado. Todos conspiram contra Bolsonaro o qual resistirá sempre, porque tem o povo ao seu lado, formando uma base sólida, notadamente porque se fulcra na família, na educação e crê em Deus, de quem os comunistas fogem como o diabo foge da cruz.

Bolsonaro não sente ódio porque tivera instrução religiosa e militar, adquirindo uma formação fulcrada no caráter, na boa-fé, na família, nos princípios cristãos e não na corrupção, no roubo, na mentira e na vontade mórbida de enganar os pobres que nunca deixaram a condição de miseráveis durante 14 anos de governo socialista, comandado por um partido cujo chefe, LULA fora novamente condenado por corrupção, lavagem de dinheiro, etc.

Por outro lado, fruto de parte do depoimento de Moro, para quem “os ministro militares palacianos sabiam das pressões”, temos que Aras  apenas cumpre sua função ao solicitar a oitiva de todos pela PF, sempre no dever de se apurar onde reside a prova da obstrução; da tentativa de interferência, etc. O que é deplorável e condenável fora o comportamento do tendencioso Ministro Celso de Melo que em despacho cheio de ódio determinara a oitiva dos generais Augusto Heleno, Braga Neto e Luiz Eduardo Ramos, advertindo-os de que “caso seja redesignada se sujeitarão à condução coercitiva como qualquer cidadão…”. Alias, é o caso de se indagar do referido Ministro: qual é motivo de tanta celeridade se possui outros inúmeros inquéritos e não dá o devido andamento? Será porque os investigados são do PT, do PSDB e outros…? Referido despacho: “condução coercitiva ou debaixo de vara” constitui uma afronta aos generais, ora ministros. Falta de respeito, perda da compostura ou no mínimo descortesia. Se o Ministro Celso de Melo nutre ódio por Bolsonaro não pode descarregar esse sentimento nocivo aos generais que nada lhe fizeram. Incabível no primeiro ato tal advertência porque não ocorrera o não comparecimento, restando demonstrada sua tendenciosidade e total parcialidade, o que pode ensejar a arguição de suspeição. 

Na verdade ainda há os que reconhecem ter Celso de Mello tratado os generais como bandidos; não levando em conta a trajetória dos três militares do mais alto posto do Exército, até então acima de quaisquer suspeitas. O Ministro do STF atingira a honra e a dignidade dos generais tratados como bandidos, tanto que outros Ministros do STF consideraram o teor do despacho “exorbitado e excessivo”. Diante de uma atitude “desrespeitosa e desnecessária” que revela a parcialidade na condução do inquérito, temos que o Ministro coloca os poderes em confronto, ferindo a imagem das Forças Armadas, a ensejar reações de todos os tipos, notadamente do povo que votará ás ruas exigindo o fechamento do STF, órgão que mais protege os ladrões dos cofres públicos do que os condena e, ainda, invade competência quando legisla e agora deseja governar sem ter sido eleito pelo povo que o ataca constantemente.

Por isso, em NOTA DE REPÚDIO, o General Eduardo José Barbosa menciona “a falta de habilidade, educação, compostura e bom senso… no tocante à forma como tratara as testemunhas como se fossem bandidos… tal tratamento deveria ser dispensado aos réus de um processo, inclusive àqueles que roubaram nosso país e que andam soltos por aí por leniência dessa própria Corte! Tratar autoridades de outro Poder dessa forma leviana só demonstra o nível de Ministros do STF que temos em nosso País”.

O povo sempre será o grande fiscal da democracia e suas manifestações ocorrem quando um Poder invade a competência de outro.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

Fonte: Alfredo Andrade

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