Representantes formalizam participação no Fórum de Gestores

A idéia é conferir legitimidade necessária para as iniciativas federais nas políticas públicas voltadas para a Amazônia, além de maior diálogo entre os órgãos públicos federais

Executivos de nove órgãos públicos federais com sede ou representação na Amazônia se reuniram na manhã de ontem para oficializar a instalação da seção amazonense do Fórum de Gestores Federais da Amazônia. Organizada pela Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), a iniciativa principal do colegiado é concentrar esforços na resolução dos entraves ao desenvolvimento sustentável regional.
Manaus foi a terceira cidade a formalizar paticipação no fórum, depois de Belém e Macapá, fator que poderá significar maior adesão das instituições federais sediadas na Amazônia Legal, principal alvo do colegiado na busca pelo intercâmbio de informações. Segundo o titular da Sudam, Djalma Mello, com a formalização, a idéia é conferir legitimidade necessária para as iniciativas federais nas políticas públicas voltadas para a Amazônia, além de uma maior integração e diálogo entre os órgãos públicos federais. “Essa integração visa evitar o paralelismo e a sobreposição de atividades. Queremos gerar convergência nas políticas públicas para identificar as lacunas existentes na atuação de cada membro participante, através da troca de informações e diminuição dos custos com projetos”, ressaltou. Embora menos da metade das entidades convidadas tenham enviado representantes, a maioria dos discursos se voltou para o processo de desenvolvimento sócioeconômico da Amazônia em sintonia com as soluções tecnológicas criadas ou adaptadas por ações de pesquisa e desenvolvimento. Segundo o superintendente da Ceplac (Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira), Gláucio César Silva, para incrementar esse desenvolvimento sócio-econômico, é necessário que existam fatores como legislação adequada e investimento em infra-estrutura de produção e comercialização, assim como a disponibilidade de mão-de-obra.
Para Gláucio César, o processo de desenvolvimento da Amazônia vem exigindo das organizações de ciência e tecnologia não somente demandas de natureza tecnológica, mas também demandas políticas, econômicas e administrativas, em caráter imediato ou futuro. “A ação de pesquisa e desenvolvimento se encarrega de criar ou adaptar produtos e processos bem acabados para dar respostas aos problemas tecnológicos do desenvolvimento sócio-econômico”, enfatizou o dirigente.
De acordo com os técnicos da Sudam, a legitimação das ações do Fórum permitirá a criação de um sistema de indicadores regionais e a articulação de estratégias de comunicação com todos os Estados compreendidos pelas ações da superintendência.

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