Relatora na CCJ do Senado vai recomendar fim da cobrança

A senadora Kátia Abreu antecipou que além de sugerir a extinção da CPMF não está disposta a negociar mudanças em seu relatório com a base aliada. “Vou defender o fim da cobrança da CPMF porque sou contra imposto. Nosa carga tributária é imensa. Quem é que agüenta?”, reagiu Kátia Abreu, escolhida relatora da proposta na CCJ pelo presidente da comissão Marco Maciel (DEM-PE).

Considerada uma parlamentar “disciplinada” pelo DEM, Kátia Abreu segue orientações do líder da bancada no Senado, José Agripino Maia (RN), de Maciel, além do ex-presidente do partido Jorge Bornhausen (SC). Por este motivo, os governistas afirmam que o relatório dela será “duro e difícil” de negociar na CCJ. “Não vou atacar o governo, mas a CPMF. Sempre fui contra e é assim que eu penso. Não sei o que eles (os governistas) querem dizer em um relatório ‘ser duro e difícil’”, disse a senadora.

A expectativa do governo é que a proposta chegue ao Senado em outubro. Inicialmente, a medida terá que ser submetida à análise e votação na CCJ -que pode realizar audiências públicas e fazer com que o prazo de tramitação da PEC se estenda por até 60 dias.

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