14 de abril de 2021

Região Norte é a menos otimista com a economia

As famílias da região Norte são as menos otimistas em relação à economia, tendo registrado 59,7 pontos, abaixo da média nacional (63,5 pontos). A informação consta em levantamento mensal do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

As famílias da região Norte são as menos otimistas em relação à economia, tendo registrado 59,7 pontos, abaixo da média nacional (63,5 pontos). A informação consta em levantamento mensal do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Com escala que vai de 0 a 100 pontos, o estudo classifica como “otimistas” os índices que variam entre 60 e 80 pontos. Acima disso, os índices apontam “grande otimismo”. Entre 40 e 60, moderação; abaixo de 40, pessimismo e grande pessimismo (até 20 pontos).
São levados em consideração a expectativa da família sobre a situação econômica atual, a percepção sobre a condição financeira passada e a expectativa sobre o futuro; a expectativa sobre consumo, endividamento, quitação de dívidas e mercado de trabalho.
A região que apresentou maior otimismo foi a Centro-Oeste (74,8 pontos). Em segundo lugar ficou a região Sudeste, com 63 pontos. A Sul registrou 62,6 pontos e a Nordeste, 61,6.
Na média nacional, as famílias mantiveram o otimismo em julho, ainda que em nível inferior ao do mês passado. Isso ocorreu tanto para o período de um ano como para períodos mais extensos, de até cinco anos. O índice referente a julho marcou 63,5 pontos. Em junho foram registrados 64,1 pontos e em maio, 62,9.
Para 53,2% das famílias, o Brasil terá melhores momentos nos próximos 12 meses. Em junho, esse valor estava 3,6 pontos percentuais acima, confirmando a queda do otimismo.

Momento atual

O momento atual é propício ao consumo de bens duráveis para 49,5% das famílias. Para 45,4%, o momento não é adequado. O estudo aponta, ainda, que 52% das famílias afirmam não ter dívidas, e que 9,2% se consideram endividadas.
“Aproximadamente 73% das famílias acreditam estar pouco endividadas ou não possuem dívidas, enquanto 93% dizem não pretender contrair financiamentos ou empréstimos nos próximos meses. Entre aqueles com contas atrasadas, 33% acreditam que não conseguirão saldar seus compromissos”, informou o presidente do Ipea, Márcio Pochmann.

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