Região cresce 2,5% no 2° trimestre de 2007

O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro cresceu 2,5% no segundo trimestre de 2007 em relação ao mesmo período de 2006, enquanto no conjunto da União Européia o aumento foi de 2,8%, segundo divulgou o Eurostat, o escritório estatístico do bloco.
Os dados mostram recuo em relação ao primeiro trimestre, quando os números foram de 3,1% e 3,3%, respectivamente. Na comparação entre os trimestres, o crescimento foi de 0,3% na zona do euro e 0,5% na UE. Entre janeiro e março, os dois índices registraram 0,7% de alta.
Entre os países com dados disponíveis, a Eslováquia registrou o maior crescimento trimestral (2,4%), seguida da Lituânia (2%). A economia grega foi a única que experimentou queda no primeiro trimestre, com 0,8%. Nos últimos 12 meses, o maior crescimento foi o da Letônia, com 11,3%, seguido da Eslováquia, com 9,2%.

Ainda que tenha desacelerado no segundo trimestre deste ano, a economia européia continua crescendo em linha com as expectativas da Comissão Européia. A entidade prevê aumento do PIB no ano de 2,6% na zona do euro e de 2,9% na UE. Na avaliação da Comissão Européia, este “ajuste” nada tem a ver com as recentes turbulências nos mercados financeiros e a crise hipotecária nos EUA. Segundo a entidade, a desaceleração havia começado antes do nervosismo das Bolsas, pois o crescimento foi menor nos três primeiros meses em relação aos últimos de 2006, ao passar de 3,3% a 3,1% nos países do euro e de 3,5% a 3,3% no conjunto da União.
Segundo também informou o Eurostat, a produção da indústria caiu 0,1% em junho na zona do euro e ficou estável na UE em relação a maio. Em 12 meses, no entanto, acumulam 2,3% e 2,5% de expansão, respectivamente. Os analistas da Comissão Européia sustentam que a maioria dos indicadores econômicos da região ‘seguem bastante elevados’ e que os que mostram tendência de baixa haviam alcançado níveis máximos em 2006.
Quanto aos reflexos da turbulência financeira no crescimento europeu, a Comissão Européia afirma que “não terão conseqüências nos dados macroeconômicos até o próximo ano”.

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