Induvidosamente o ano de 2021 terá turbulências de dimensões ainda não captadas. Muitos serão os fatores que atingirão nosso parque industrial decorrentes da até hoje inafastável insegurança jurídica. Exemplo claro disso provem da complexidade do sistema tributário, onde muitas vezes o advento das excepcionalidades com vigência no mesmo ano muda as regras do jogo no meio deste.

Viver respirando dentro de um labirinto tributário continuará sendo preparar-se para longas lutas em nossos tribunais: tudo que o empresário não admite. Mas o pior dos cenários advém de nossa velha e asquerosa política. Exemplo típico vem das interpretações dolosas onde os derrotados nas urnas reconhecem que o País criara 414 mil empregos em novembro, recorde histórico, mas não recuperara as perdas da pandemia. Fora o quinto mês seguido de geração de empregos com carteira assinada…Mas aos calhordas interessa saber o número de demissões, e também com a eiva da má-fé dão ênfase ao fechamento de 858,333 postos de trabalhos.

Para o Ministro Paulo Guedes só após a vacinação em massa é que teremos a recuperação da economia. Que assim seja. No que tange especificamente ao Legislativo teremos uma batalha quase campal durante as eleições dos dois presidentes: Câmara e Senado. Na Câmara Maia será adversário ferrenho do executivo, enquanto no Senado persiste a indefinição. Assim, se o povo encontra-se cansado com as maledicências  oriundas do Legislativo, não se falando das omissões; nem na defesa de vários corruptos  de diversas origens ou segmentos; é óbvio que o cenário nos  desagrada; até porque onde há o corruptor, há o corrompido.

A irresponsabilidade não é transmitida, mas adquirida durante o jogo pelo poder. E, nisso nossos políticos são “experts”. E, se há quem nada constrói e só avacalha com a democracia; com certeza são os integrantes do Legislativo e alguns do Judiciário, inclusive do STF. Nossa expectativa é a pior possível também na área do Judiciário porque há forte e malévolo conluio para inviabilizar a gestão do  Min.    Fux e com isto violentar a democracia. Ofender Bolsonaro não é privilégio dos derrotados nas urnas, mas de alguns inconsequentes Ministros do STF que só apareceram na mídia não pelo conteúdo de seus votos, mas pelo fato de terem rasgado a Carta Magna.

Que a mídia escrita e falada não respeite Bolsonaro é até um exercício de explanação de conduta pessoal, mas que “cultos” Ministros acusem sem provas e tentem amordaçá-lo é ato inconstitucional. E por isso avacalham com a democracia. E como se sentem acima da Carta Magna tiveram a audácia de solicitar uma reserva de 7.000 vacinas; esquecendo-se do princípio da igualdade. Portanto, nossa expectativa em relação ao STF é muito aquém do normal. Mas a grande batalha será termos a certeza de que essa ou aquela vacina tem 100% de segurança. Nos últimos dias a própria comunidade cientifica não põe sua mão no fogo por essa ou aquela vacina. Para nós há algo comercial nessa briga onde o povo é a vítima.

Bolsonaro tem sim suas prioridades voltadas para as áreas essenciais, notadamente a educação e a continuidade de suas obras pelos interiores de nosso país; dois segmentos em que o Congresso não o atrapalhará. Por isso, acusá-lo de que “não contribui para o desenvolvimento social e econômico” chega a ser ato criminoso. Mas há boa expectativa no que tange ao mercado financeiro onde predomina o otimismo em face da boa perspectiva de que as vacinas darão resultado. E esta luz será fatal para a recuperação econômica a nível mundial.

Enfim, assim como há um otimismo global teremos uma economia em recuperação fulcrada em bases sustentáveis porque o setor produtivo não para de crescer, as taxas de juros caíram muito e os investimentos do governo federal em infra-estrutura não param. Teremos desafios, mas nenhum  insuperável.

E se 2020 deixa marcas dolorosas esperamos  que 2021 faça-nos sentir  a energia de um novo convívio mais responsável, mais saudável na busca da verdadeira felicidade que reside no reencontro de todos que praticam o bem; combatem a desigualdade e amam o próximo. Caminhemos todos juntos com FÉ.

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