Recessão econômica é o principal entrave global

A Aon Corporation, líder mundial em consultoria de benefícios, gerenciamento de riscos e corretagem de seguros e resseguros, anuncia o lançamento do Estudo Global de Gerenciamento de Riscos 2009. A pesquisa destacou a atual recessão econômica, as mudanças regulatórias e legislativas e a interrupção dos negócios como seus principais riscos.
A análise bienal é baseada nas respostas de 551 organizações de 40 países. As conclusões representam uma ampla gama de setores da indústria ao redor do mundo e são apresentadas em quatro componentes:
“Com os dados dessa pesquisa, nossos clientes se atualizam e podem ter conhecimento sobre como seus parceiros e competidores estão gerenciando riscos, ultrapassando obstáculos e aproveitando oportunidades”, disse José Felipe, presidente das unidades Aon Risk Services e Aon Consulting.
“Identificar os riscos, gerenciá-los e preparar-se para lidar com eles são elementos que conferem às empresas uma vantagem competitiva sobre a concorrência. Por isso, este estudo global é tão relevante”, destaca Fernando Pereira, vice-presidente executivo da Aon Brasil.
Em comparação às conclusões do estudo realizado em 2007, a maioria das organizações aumentou a preparação no combate aos riscos. Entretanto, menos da metade dos participantes da pesquisa informou que detecta e gerencia todos os componentes dos seus custos para riscos seguráveis. Além disso, para 3 dos 10 Principais Riscos (recessão econômica, danos à reputação e mudanças regulatórias/legislativas), menos de dois terços dos participantes analisou formalmente os riscos ou possui um plano pronto.
A pesquisa 2009 da Aon indica que praticamente nenhuma companhia, indústria ou país está imune ao atual período de agitação econômica.
Apesar do risco à reputação ter saído da sua posição de liderança na pesquisa de 2007, a importância dessa ameaça não diminuiu. Danos à reputação impactam a percepção do público quanto à qualidade, integridade e intenção de uma organização, influencia a decisão de um parceiro ou cliente em negociar com uma firma e pode afetar a decisão de um governo ou regulador em autorizar as ações de determinada companhia.

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