Razões e emoções no caminho do homem criativo

A marca principal de um ser humano enquanto este tem vida, é o seu engajamento na construção de uma obra, seja ela de defesa das causas sociais, de ficção ou biografia. A maior influência que exercemos sobre as pessoas depende daquilo que nós fazemos por elas e para elas. As pessoas não lembram de nós pelas coisas que fazemos de bem para nós mesmos, e sim pelo que oferecemos a elas. O nosso objetivo de ser herói da família ou nacional vai depender do nível de atenção e ação que faremos em beneficio do próximo. A nossa marca principal deve ser a paixão pela vida, dando a máxima atenção para as pessoas e aos detalhes dos fatos diários, sejam eles de elementos naturais originais ou aqueles inventados pelo homem.

Deixamos escapar momentos especiais na vida, o que nos leva a uma morte lenta, sem lembranças e sem corpo de bombeiros a fazer um cortejo, não interessando a ninguém expor as nossas vitórias. A cada dia nasce uma oportunidade que nos é dada, mas não estamos motivados e preparados para tal situação. Se não percebemos aquelas pessoas que preparam os nossos pára-quedas para o salto diário, a família de um modo geral, não podemos perceber também as inúmeras oportunidades surgidas ao longo de um período matutino, vespertino ou noturno. A nossa vida não é uma coincidência. É prova de que viemos para realizar obras importantes para nós e para o mundo.
Vivemos trancados em um mundo e não percebemos as suas mudanças. Preferimos a hibernação à ativação.

Desativamos a nós mesmos, em contraste com um mundo que nos quer sempre dinâmicos. Não percebemos o nascer do sol. Ele nasce, ofuscado ou não, todos os dias. Porém, acordamos tarde e perdemos a claridade que ele nos traz. Ao entardecer o sol quer se despedir em grande estilo, mas poucas pessoas admiram a sua solitária e majestosa despedida. Algumas pessoas acordam às oito da manhã e ainda dizem que madrugaram. Não apreciamos o brilho das estrelas. Preferimos admirar o brilho da televisão. Aumente o seu nível cultural com a televisão: quando um programa não agregar nada ao seu conhecimento, desligue-a a vá ler um livro. Não inovamos. Somos escravos dos hábitos e formalidades que em determinados momentos não são ideais para nós. Insistimos em usar as coisas inventadas pelos outros. Não temos o prazer de usufruir algo inventado por nós mesmos. Faça a experiência de inventar algo e utilize-o. O valor a ser dado será muito maior.

Usamos sempre os mesmos caminhos. Sempre tomamos rumo naqueles que são tortuosos e com grandes pedras pelo meio e não procuramos outros ao nosso redor, mais lineares e sem pedras. Não experimentamos. Temos receio de quebrar hábitos e adotar novos estilos de vida e marcas diferentes de produtos que estão, um dia após outro, fazendo parte do dinamismo do mundo. Precisamos de menos químicas e menos agressão ao meio ambiente. Ignoramos as pessoas desconhecidas. Não demonstramos interesse em nos aproximar de pessoas que não conhecemos. Dessa forma perdemos a oportunidade de descobrir novas inteligências e amizades. Está intrinsecamente nas pessoas a chance de subir ou descer na vida. Vivemos infelizes com uma pessoa. Não temos a coragem de procurar a felicidade com aquela que talvez seja o amor eterno. A maior motivação que o homem pode ter advém de atender a exigência orgânica do afeto, do carinho e do sexo. Faz parte da natureza humana buscar conforto em ambientes e pessoas que lhe retribuam segurança e prazer.

Não corremos riscos na vida. Devemos saber que o sucesso somente é alcançado quando superamos obstáculos perigosos. Quem não tem a coragem de atravessar a ponte de um rio jamais terá a chance de saber o que existe do outro lado de sua margem. Devemos aproveitar o espaço e a parte superior da terra para fazer o melhor pelo mundo, pois sob ela, não teremos a oportunidade de efetivar absolutamente mais nada. Não ouvimos conselhos. A contribuição das pessoas mais idosas, ricas em experiências e realizações, deveria ser a nossa âncora de sustentação

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