17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Quase cem mil CDs ­piratas são apreendidos

As entidades registraram mais de 740 ­contatos por e-mail e telefone, entre­ denúncias e pedidos de ­informações ­sobre pirataria.

A Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), a BSA (Business Software Alliance) e a ESA (Entertainment Software Association) divulgam o balanço das iniciativas de combate à pirataria realizadas em fevereiro. No total ocorreram 63 ações em todo o país, que resultaram na apreensão de, aproximadamente, 98 mil CDs contendo programas falsificados e três computadores. Além disso, um laboratório de reprodução foi fechado.
Durante o período foram retirados do ar 37 sites que comercializavam softwares piratas e 32 anúncios destinados à divulgação do comércio de produtos ilegais. As entidades registraram mais de 740 contatos por e-mail e telefone, entre denúncias e pedidos de informações sobre pirataria. Como consequência, a BSA enviou 145 notificações extrajudiciais.
Destaque para a participação da Abes e outras 20 entidades no Conselho Municipal de Combate à Pirataria em Blumenau. O órgão é uma das conquistas da campanha “Blumenau sem Pirataria”, lançada em setembro de 2007 com o intuito de acabar com a comercia­lização de produtos falsificados ou contrabandeados na cidade, tornando-a a primeira do país livre da pirataria.
Os conselheiros deverão estudar medidas destinadas ao combate à reprodução ilegal, propor mecanismos para o recebimento de denúncias, sugerir campanhas educativas e incentivar o planejamento de operações de repressão ao crime contra a propriedade intelectual.
“Foram realizadas inúmeras iniciativas, tanto no âmbito repressivo quanto no educacional e econômico, para combater à pirataria. Sabemos dos grandes desafios pela frente, mas os resultados obtidos nos apontam que estamos no caminho certo”, afirmou o coordenador do Grupo de Traba­lho Antipirataria da Abes, Emílio Munaro.

Identificação
do problema

Em fevereiro a Abes, a BSA e a ESA, em parceria com o Ministério da Justiça, por meio do CNCP (Conselho Nacional de Combate a Pirata­ria), deram continuidade ao Programa de Treinamento de Capacitação em Antipirataria, com o objetivo de treinar agentes públicos para a identificação de software pirata.
O programa já visitou Vitória, Londrina, Maringá, Curitiba, Cascavel, Campinas e São José do Rio Preto e passará ainda, até o fim de abril, por mais sete cidades. A expectativa é capacitar três mil agentes públicos.

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