PwC acumula receita global de US$ 25 bilhões

A receita bruta global da PricewaterhouseCoopers atingiu US$ 25.2 bilhões no ano fiscal 2007, que vai de 1º de julho de 2006 a 30 de junho de 2007. Pelo segundo ano consecutivo, a PwC obteve crescimento de dois dígitos. O resultado é 10,5 % maior do que no ano anterior (taxa de câmbio constante).

“A receita total das firmas se manteve forte no ano fiscal encerrado em 30 de junho, refletindo o cenário econômico positivo, a estratégia de priorizar mercados em crescimento e o aumento, tanto em escala quanto em abrangência, dos serviços de consultoria em gestão e tributária”, declarou o CEO Global da PwC, Samuel DiPiazza.

Os países em desenvolvimento mantiveram a trajetória de crescimento acentuado. A receita teve aumento de 22,4% na Europa, 19,1% nas Américas do Sul e Central e 20,8% no Oriente Médio e África. A receita bruta cresceu 18,8% na Ásia e 7,8% na América do Norte e Caribe. No Brasil, o crescimento foi de 24% em relação ao ano fiscal anterior. “Pelo terceiro ano consecutivo, a maioria das firmas obteve aumento na casa dos dois dígitos”, disse DiPiazza.

Ainda no Brasil, a PwC fechou o ano fiscal com faturamento aproximado de R$ 600 milhões, 24% a mais do que no ano anterior. Desse total, mais da metade (55%) teve origem na prestação de serviços de consultoria. Segundo Fernando Alves, presidente da firma brasileira, os números refletem o aumento da demanda por serviços de consultoria, especialmente os relacionados ao mercado de capitais.

Os serviços de consultoria em gestão foram os que apresentaram maior expansão atingindo US$ 5.7 bilhões, impulsionados principalmente pelo grande volume de transações de fusão e aquisição. A receita dos serviços de consultoria tributária foi de US$ 6.3 bilhões, com crescimento de 15,1%. Os trabalhos de auditoria totalizaram US$ 13.1 bilhões, 6,7% a mais do que no ano anterior.

A consultoria tributária também registrou excelente desempenho com crescimento de 12,1% em receita, em decorrência, principalmente, da ênfase em serviços para não-clientes de auditoria.

“Nossas projeções são de manutenção deste crescimento, apesar do abalo provocado pela crise no mercado secundário de crédito nos Estados Unidos. Para a PwC, o desafio de longo prazo é fortalecer a liderança nos países desenvolvidos e, ao mesmo tempo, manter a curva de crescimento nas economias em desenvolvimento”, concluiu DiPiazza. O executivo também destacou a necessidade de uma reforma ampla e radical nas normas de divulgação de resultados que permita e facilite a comparação de desempenho das empresas em várias regiões do mundo.

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