Publicações trazem cartografia de comunidades indígenas

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O Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, desenvolvido pela UEA, por meio do Núcleo Cultura e Sociedades Amazônicas vinculado ao Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido, realiza no próximo dia 27 de abril, lançamento de livros e fascículos

O Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, desenvolvido pela UEA (Universidade do Estado do Amazonas), por meio do Núcleo Cultura e Sociedades Amazônicas vinculado ao Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido, realiza no próximo dia 27 de abril, às 9 horas, lançamento de livros e fascículos. O evento será realizado no auditório da Reitoria da UEA, em Manaus.
Coordenado pelo antropólogo Alfredo Wagner Berno de Almeida, o Projeto Novas Cartografias Sociais da Amazônia visa realizar um trabalho de mapeamento social dos Povos e Comunidades Tradicionais na Amazônia. Pretende-se privilegiar para tanto a diversidade das expressões culturais combinadas com distintas identidades coletivas objetivadas em movimentos sociais.
Serão lançados os seguintes livros: “Terra Urbana e Território na Pan-Amazônia”, 2009; “Estigmatização e Territórios”, que reúne uma série de artigos de pesquisadores da UEA, Ufam (Universidade Federal do Amazonas) e Fiocruz, sobre o mapeamento social de indígenas da cidade de Manaus; “Plano IIRSA – Iniciativa de Integração Regional Sul-Americana na visão da sociedade civil Pan-Amazônica”, 2009; e “Terras Indígenas nas Cidades”, que trata sobre o mapeamento social de uma comunidade indígena intitulada Beija-Flor, localizada no município de Rio Preto, a 80 km de Manaus.
Serão lançados ainda mais quatro fascículos: “Ribeirinhos e Agricultores do Lago do Cururu”, em Manacapuru, da coleção Movimentos Sociais, Identidade Coletiva e Conflitos, com 24 fascículos; “Comunidade Beco dos Pretos”, do bairro Morro da Liberdade, em Manaus; “Indígenas nas cidades de Manaus, Manaquiri e Iranduba – processo de territorialização dos Sateré-Mauwé”. A publicação faz parte da coleção Movimentos Sociais e Conflitos nas cidades da Amazônia, que já reúne 23 fascículos.

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