3 de dezembro de 2021

Protagonismo e cooperação interinstitucional

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No mínimo isso significa que estamos no caminho certo 

É muito gratificante comentar a matéria publicada no jornal valor Econômico, deste início de ano, sublinhando a importância de uma reunião entre lideranças empresariais e governo federal para discutir formas de trabalho conjunto. Sob o título “A hora da caixinha de bondades”, a matéria comenta medidas conjuntas para ajudar o Brasil a encontrar o caminho do crescimento. E este apelo de cooperação entre a entidades privadas e públicas tem sido uma insistência permanente das entidades do setor produtivo do Amazonas. No mínimo isso significa que estamos no caminho certo. 

Trilha de acertos 

Aliás, obviedade de trabalharmos em mutirão cooperativo com resultados de ganha ganha é tão antiga quanto  a idade do mundo. Devemos insistir e aperfeiçoar essa trilha de acertos. Curiosamente, um dos artífices desta articulação é uma figura muito conhecida entre nós, o ex-ministro do Desenvolvimento, Marcos Pereira, atualmente deputado federal e permanentemente preocupado e encontrar estas oportunidades de somatório de sinergias para achar o caminho da mudança e do crescimento sócio-econômico do país.

Um bom companheiro 

É justo, aqui, recordar a presença construtiva e colaborativa do ex-ministro com a economia da ZFM. Ele compreendeu, por exemplo, a importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia, na integração do Polo Industrial de Manaus, no seu atual formato, com a diversificação das novas matrizes de geração de emprego e prosperidade geral a partir de nossa biodiversidade. Ou seja, a pesquisa, que supõe a sustentabilidade que descreve o nosso modo de gerar riquezas, nos ajuda a respeitar e proteger a floresta, explorando com inteligência os princípios ativos que abundam neste imensurável Patrimônio Natural Amazônia.

Inteligência, equilíbrio e profecia 

Este mutirão institucional, a propósito, está descrito como uma análise inteligente, equilibrada e, em certo sentido, profética do presidente da Confederação Nacional da Indústria, o empresário Robson Andrade. Na sua avaliação, publicada na Folha de São Paulo, no dia primeiro do novo ano – “O Ano da Reação” – a indústria vai puxar positivamente a roda do desenvolvimento dos próximos anos. E ele deixou claro que isto só foi possível na medida em que governo e lideranças empresariais se juntaram para buscar soluções inteligentes para problemas emergenciais.

Puxando a roda da transformação

Estamos falando de desburocratização, da remoção da cangalha formalista e tributarista que tem amarrado historicamente os impedimentos deste país. Nosso líder empresarial mencionou a Reforma da Previdência, exatamente como uma conquista deste mutirão e interinstitucional. Isso quer dizer que não faz qualquer sentido nos colocarmos em lados opostos. Postulamos o protagonista. Postulamos o protagonismo do setor privado, porém, temos muita clareza de que o colaboracionista  é muito mais eficaz e benéfico para o Brasil. 

Importa o que nos une 

O ano que passou, à vista dos riscos e ameaças aos direitos constitucionais de nossa economia, o que assistimos foi a mobilização dos atores públicos e privados para achar caminhos. Este é o jeito de resolver problemas. Nós não sabemos fazer política, nem nos interessa aprender este setor da atividade humana. O que nós sabemos fazer é gerar emprego, riquezas, oportunidades e prosperidade. 

Juntos e mais fortes 

A classe política tem o conhecimento e o bom-senso de apontar caminhos legais e institucionais para ordenamento da sociedade E benefício do cidadão. E a todos, juntos, o que interessa é aprender a trabalhar em conjunto. Cada um no seu quadrado de atividades, e saindo da rotina quando preciso para trocar expectativas, sugestões estratégias e respostas, sobretudo aquelas que o Brasil precisa para ingressar no seleto clube das nações civilizadas e prósperas. É isto que deve nos unir, deixar de lado as vaidades e levar ao mais alto  das prioridades a transformação de nossas riquezas naturais e de nossos direitos constitucionais em uma região e um país mais justo e mais integrado.

*Nelson é economista, empresário e vice-presidente da FIEAM. 

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