Profissões em alta no pós-pandemia

É inegável que a pandemia alterou a dinâmica de muitas práticas do dia a dia, o que gerou uma reconfiguração de diversos segmentos da economia.

Na Luandre, um dos expoentes deste movimento é justamente o setor de RH que está buscando profissionais para cargos novos, como o de especialista em Diversidade e CHO – Chief Happiness Officer (Diretor de Felicidade).

Para Gabriela Mative, superintendente de RH na Luandre, cargos como estes, que antes não existiam, passam a ocupar lugar de destaque na cultura da companhia. “É uma tendência procurar pessoas capacitadas para estas posições, uma vez que as empresas se preocupam cada vez mais com o ambiente corporativo e o bem-estar de seus colaboradores”, diz.

Ela indica também que cargos sêniores em geral estarão em alta, já que a experiência faz e fará a diferença para diversas companhias que sofreram algum tipo de desgaste durante a quarentena. Por isso, existe uma grande procura para cargos de liderança, com ênfase para a área de finanças. Entre os principais, diretor comercial, planejador financeiro e CFO ou diretor financeiro.

“Com a crise, muitas empresas aprenderam na prática a necessidade de ter uma boa inteligência financeira e estão ainda mais de olho nisso para o futuro”, analisa Gabriela. 

Já em relação à área da saúde, as oportunidades continuam sendo abertas nos hospitais e clínicas especializadas, mas tendem a diminuir: “no pós-pandemia haverá uma queda nas contratações que voltarão aos níveis normais, mas de qualquer forma a área da saúde é muito dinâmica e sempre precisou contratar muito para completar seus quadros”, pondera Francine Silva, também superintendente de RH da Luandre.

Outra área com ótimas perspectivas segundo Francine é a de TI, principalmente ligada ao comércio virtual, que embora já desse sinal de crescimento com o acesso cada vez maior da população à internet, teve um boom no período de distanciamento social em razão do fechamento de lojas físicas — cresceu 71%* entre 24 de fevereiro de 24 de maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, tendo faturado R$ 27,3 bilhões.

“Houve um crescimento da oferta para programadores, analistas de BI, analistas de marketing digital, carreiras que estavam em alta antes e que devem continuar a ser demandadas com cada vez mais força, visto que a mudança no comportamento de consumo veio para ficar”, afirma. 

Ela completa que a área de logística também tende a aumentar cada vez mais as contratações, pois está na cadeia seguinte, a do e-commerce – “neste período, de abril até agora já notamos um aumento de 200% na disponibilidade de vagas em relação a 2019”.

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