5 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Quando atitudes de asnos interferem no universo de atividades em que eu acredito, sou obrigado, moralmente, a reagir. Claro que não desço ao nível da violência, que é uma ação aparentemente eficaz, mas de efeito devastador. Esses dias eu tomei conhecimento da reação de um ser humano que se dizia, nas imagens, que era professor e com especialização em uma das maiores e melhores Universidades do mundo. E isso lhe dava o direito de tentar menosprezar e humilhar um aluno. Tenho certeza de que aquele sujeito deve ter aprendido a ser um cretino incompetente no lupanar onde provavelmente foi gerado. No mínimo. Posteriormente, as mídias confirmaram que o tal curso, on line, não oferecia a titulação tão vergonhosamente divulgada pelo elemento que se dizia professor. De outra forma, assisti, algum tempo atrás, um outro imbecil, em uma banca de formatura, criticar um formando pelas ideias político-ideológicas demonstradas. Aliás, atitudes covardes dessa natureza estão e sempre foram comuns em muitas faculdades e em determinadas ciências, principalmente as humanas. Não tenho conhecimento de interferências ideológicas nas Engenharias, por exemplo. Tento encontrar adjetivos, os mais pejorativos possíveis, para classificar atos promovidos por professores, sustentados pela posição e com a imbecil força do poder, efêmero, é claro. Esses professorezinhos de lixo, que ameaçam tirar notas de alunos por posicionamento político-ideológico são de uma total e completa inutilidade social. O impressionante é que essas bestas conseguem emprego e se manter neles. Às vezes, tenho a impressão que para ser um bom professor, deve-se se graduar nisso ou fazer cursos que o tornem professor. Mas, acredito que ser um bom professor é um dom, nativo. Não se aprende a cozinhar fazendo cursos, se você não gosta, por exemplo. É isso! Tem que gostar de ser professor! E, para tal, tem que saber interagir com os discentes e conduzir as aulas, sem abordar nada alheio ao momento. Quando você, professor, age com terrorismo, ameaças e humilhações, você se torna um mero excremento social e perde o mais importante: o respeito dos seu alunos. Claro, você sentirá isso se der valor ao respeito a receber e a transmitir. Caso contrário, você é uma grandiosa inutilidade. Por outro lado, alguns colegas professores me informam atos selvagens por parte de alunos no Ensino Fundamental e Ensino Médio. Isso é muito complicado. Mas, casos de selvageria acontecem com alguns professores e em alguns estabelecimentos de ensino. Aliás, vejo isso desde os anos 60. Não é novidade alguma! Sim, você pode definir selvageria de várias formas. Várias mesmo! Mas, no nível superior, no mundo acadêmico, o sacerdócio de lecionar deve ser tratado no mais alto nível. E com respeito. E nos anos iniciais, o sacrífico fecundo do magistério é uma honra e onde ficamos, para sempre, na mente dos nossos alunos. É fácil ser professor. Difícil é ser um bom professor. E mais difícil ainda, é ser um bom e respeitado professor. Respeitado pelos alunos, é claro! Eles, nossos alunos, separam muito bem o joio do trigo. E é para eles que exercemos a primeira profissão que conhecemos, de fato, na vida e que forma todas as outras. Trabalhamos para os nossos alunos. E por eles!

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