Produtores de Maués recebem certificação

Em solenidade realizada na terça-feira (18) na Assembléia Legislativa do Estado, 33 produtores de guaraná de Maués receberam a certificação orgânica da Ecocert Brasil, entidade com matriz francesa que atua em países como França, Alemanha, Japão, China e Canadá. Com reconhecimento internacional, os produtores de Maués certificados, fazem parte da Ascampa (Associação Comunitária Agrícola do Rio Urupadi) e passam a contar com irrestrito acesso aos grandes produtores e consumidores de fora do país.
“É uma ocasião histórica para Maués e para o Amazonas, uma vez que a certificação orgânica não somente abre mercado alternativo para o nosso guaraná, mas também incentiva novos produtores”, destacou o prefeito de Maués, Miguel Paiva.
O produto orgânico agrega duas vezes o valor em comparação com o não-orgânico. O guaraná em pó que foi negociado a R$ 20 o quilo, deverá ter um aumento em seu valor agregado, passando para R$ 40 o quilo.
“Essa valorização garante uma melhoria na qualidade de vida dos agricultores de Maués e mais, apresenta ao grande público um produto certificado e próprio para o consumo humano”, destacou o gerente da área de crédito do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) Amazonas, Ivaldo Bezerra.
Segundo o vereador e presidente da Câmara Municipal de Maués, Miguel Gonçalves, a certificação dos produtores referencia o município não só em âmbito nacional, mas internacionalmente. “Abre um precedente na história da produção do guaraná, que se confunde com a própria existência de Maués”, disse o vereador.
O superintendente do Sebrae Amazonas, José Carlos Reston, comemorou a certificação. “Estamos transformando um sonho em realidade. É o guaraná do Amazonas ganhando asas e alcançando o mundo, com a proposta de levar qualidade de vida através de produtos certificadamente saudáveis”, comentou Reston.

Reconhecimento internacional

O presidente da Ascampa, Adeilson Gomes de Souza, afirmou que os produtores venceram um verdadeiro “desafio” para conquistar o referido reconhecimento internacional, tendo em vista que todo o processo levou cerca de três anos.
“O mercado internacional exige este selo. É necessário, portanto, uma contínua avaliação de procedimentos para que este importante reconhecimento seja mantido”, complementou o diretor financeiro do Sebrae Amazonas, Nelson Rocha.

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