14 de abril de 2021

Produção industrial recua 3,5%

A produção industrial do Amazonas recuou 3,5% em outubro deste ano. A informação foi divulgada na sexta-feira (7) pelo IBGE

A produção industrial do Amazonas recuou 3,5% em outubro deste ano. A informação foi divulgada na sexta-feira (7) pelo IBGE. O número representa a segunda retração consecutiva, gerando um acúmulo negativo de 4,9% no período. De acordo com o disseminador de informações do instituto no Amazonas, Adjalma Nogueira Jaques, os dois resultados negativos eliminaram parte do ganho de 7,7% registrado em agosto.
A produção industrial do Amazonas recuou 11,4% em outubro de 2012 frente a igual mês do ano anterior e apontou o sétimo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação. Entre as onze atividades pesquisadas, seis apresentaram redução na produção, com alimentos e bebidas (-26,9%) e outros equipamentos de transporte (-35,6%) apontando os principais impactos negativos sobre a média internacional.
Nesses setores destacaram-se, respectivamente, as quedas na fabricação dos itens: preparações em xarope para elaboração de bebidas; e motocicletas e suas peças. Vale citar também a influência negativa vinda do ramo de refino de petróleo e produção de álcool (-41,0%), pressionado em grande parte pela menor fabricação de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis.
No entanto, Jaques destaca que as contribuições positivas mais relevantes vieram dos setores de máquinas e equipamentos (23,5%) e de equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (17,3%), impulsionados, principalmente, pelos avanços na produção de aparelhos de ar-condicionado de janelas/paredes e de relógios de pulso.
O índice acumulado para os dez primeiros meses de 2012 assinalou recuo de 7,5% no comparativo com o mesmo período, em 2011, já que nove das onze atividades pesquisadas apontaram queda na produção. “A indústria de outros equipamentos de transporte deu a maior contribuição negativa para o resultado, com queda de –19,6%”, explica. Na sequência, material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-7,1%), máquinas e equipamentos (-13,7%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,2%) e edição, impressão e reprodução de gravações (-7,9%).
Nessas atividades sobressaíram, respectivamente, os recuos na produção de motocicletas e suas peças; telefones celulares; fornos micro-ondas e aparelhos de ar-condicionado de paredes/janelas; gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis; e CDs e DVDs.
Apesar dos números em queda, dois ramos alcançaram crescimento produtivo: alimentos e bebidas (1,8%) e produtos químicos (13,2%). “O resultado se deve, principalmente, pelo aumento na fabricação de refrigerantes e preparações em xarope e em pó para elaboração de bebidas, no primeiro setor, e oxigênio no segundo”, conta Jaques.

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