Produção industrial do Amazonas registra avanço de 1,2% em agosto

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), informou ontem, que no mês de agosto de 2009, a produção industrial do Amazonas avançou 1,2% na comparação com o mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segunda taxa positiva, acumulando ganho de 4,9%. O índice de média móvel trimestral aumentou 1,2%, mantendo sequência de quatro taxas positivas, com ganho acumulado de 8,9%.
No confronto agosto 09/ agosto 08/, cinco dos onze segmentos contribuíram negativamente para a redução de 3,8% na média global, com destaque, sobretudo, para outros equipamentos de transporte (-23,8%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-13,1%). Em sentido contrário, os principais impactos positivos vieram de alimentos e bebidas (18,1%), edição e impressão (22,4%) e máquinas e equipamentos (21,8%).
O índice acumulado no ano ficou em -14,1%, com recuo em seis das onze atividades pesquisadas. O indicador acumulado nos últimos doze meses, em trajetória descendente desde setembro (8,3%), atingiu, em agosto, -9,3%.
Segundo o IBGE, a produção industrial subiu em sete das 14 regiões pesquisadas em agosto, na comparação com o mês anterior. Na média nacional, a indústria apresentou alta de 1,2% na mesma base de comparação.
As principais altas foram verificadas em Pernambuco (7,4%), Espírito Santo (6,0%) e Bahia (5,7%). Também tiveram produção acima da média nacional a região Nordeste (3,9%), São Paulo (2,5%) e Rio Grande do Sul (1,9%).
As produções de Minas Gerais e do Paraná ficaram estáveis. A pesquisa do IBGE contabilizou retração em Goiás (-6,5%), Pará (-2,8%), Santa Catarina (-1,7%), Ceará (-1,1%) e Rio de Janeiro (-0,9%). Na comparação com agosto do ano passado, a atividade industrial caiu em 13 das 14 regiões analisadas. O único resultado positivo foi constado em Goiás, cuja alta foi de 3,2%. Na média nacional, a indústria teve retração de 7,2% na mesma relação.
Nesse sentido, os principais recuos foram notados em Minas Gerais (-13,7%), Pará (-11,0), Espírito Santo (-10,9%), Santa Catarina (-9,9%) e Ceará (-9,1%).
Abaixo da média nacional ficaram os estados de São Paulo (-6,9%), Bahia (-6,1%), Rio Grande do Sul (-5,7%), região Nordeste (-4,8%), Amazonas (-3,8%), Rio de Janeiro (-2,8%), Pernambuco (-1,3%) e Paraná (-0,9%).

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