13 de abril de 2021

Produção industrial cresce em 12 das 14 regiões do Brasil, segundo o IBGE

De fevereiro para março, a produção industrial cresceu em 12 dos 14 locais pesquisados, na comparação já descontados os efeitos sazonais

De fevereiro para março, a produção industrial cresceu em 12 dos 14 locais pesquisados, na comparação já descontados os efeitos sazonais.
As altas de maior destaque ficaram com Paraná (18,6%), Amazonas (10,1%), Pernambuco (4,4%), Rio Grande do Sul (4,1%) e Santa Catarina (3,7%), segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em todos os casos, a expansão superou a média nacional (2,8%). Em São Paulo, o crescimento ficou em 0,6%. Os dois locais onde ocorreram quedas foram: Ceará (-0,3%) e Goiás (-6,8%) apresentaram recuos neste indicador.
Superada a crise e recompostas todas as perdas provocadas por ela na evolução média da indústria nacional, as 14 regiões registraram taxas positivas na comparação com março de 2009.
Tal cenário, diz o IBGE, “reflete a aceleração no ritmo da produção e também a base de comparação retraída [em março de 2009], decorrente dos efeitos da crise econômica internacional”.
A maior alta ocorreu no Espírito Santos (45% ante março de 2009) -o Estado, tipicamente exportador, foi um dos que mais sofreram com a crise em 2009. A alta menos expressiva ficou com o Pará (7%). São Paulo registrou expansão de 18,4% -abaixo da média nacional (19,7%).
O estado do Amazonas novamente apresentou alta da produção industrial, superando em mais de 9% o de São Paulo.
Em relação a março de 2009, as 14 regiões registraram taxas positivas, “que refletem a aceleração no ritmo da produção e também a base de comparação retraída, decorrente dos efeitos da crise econômica internacional”, de acordo com o documento de divulgação da pesquisa.
As variações em relação a março do ano passado oscilaram entre os 45,0% do Espírito Santo e os 7,0% do Pará. Acima da média nacional (19,7%), além do Espírito Santo, destacaram-se Amazonas (39,9%), Pernambuco (25,3%), Paraná e Goiás (ambos com 23,7%) e Minas Gerais (22,4%).

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