Principais candidatos ao senado iniciam campanha em alta na mídia

Cotado como favorito em pesquisas de intenções de voto para o Senado federal, o ex-governador Eduardo Braga (PMDB) deu início à campanha participando, como autoridade, II Congresso Brasileiro das Carreiras Jurídicas de Estado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, onde ministra palestra sobre sustentabilidade. Também na capital Federal, o senador da oposição e cotado para conquistar a reeleição, Arthur Virgílio (PSDB) começa a crescer e aparecer com demonstração de força pela prorrogação, até 2033 os benefícios fiscais concedidos à Zona Franca de Manaus (PEC 17/08), discussão que conseguiu antecipar para esta semana e que, desde o início do mês, já era dada como aprovada, com apoio da bancada do presidente Lula.
Tanto Braga como Virgílio, iniciam, assim, a corrida eleitoral por uma vaga no Senado, mobilizando-se em ações importantes para o Amazonas, no centro do poder brasileiro, em Brasília.
Eduardo Braga, assim como havia feito na pré-campanha, quando aproveitou toda oportunidade que teve para palestrar sobre o tema, principalmente para universitários, ele aproveitou uma platéia qualificada, formada por operadores do Direito de todo país, para promover as inovações que o Estado do Amazonas tem apresentado ao mundo nos últimos anos. “É assim que eu pretendo usar o meu mandato, se o povo amazonense me der o direito de representá-lo: divulgando nossos projetos ambientais e atraindo as atenções para o que temos feito, de forma a agregar cada vez mais aliados e levantar recursos que ajudem nossa gente a crescer”, disse ele.
Segundo o candidato, o objetivo, nesta primeira palestra, foi alcançado ainda no palco do evento. A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, e o sub-procurador geral da República, Aurélio Rios, usaram a apresentação de Eduardo Braga para reforçar as teses que apresentaram à platéia, dentro do painel “O Desenvolvimento Sustentável e as Novas Oportunidades”. Para Rios, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) poderia acrescentar à sua sigla a letra “S” de sustentabilidade. “Concordo com o que falou o ex-governador. É preciso incluir esta questão no planejamento estratégico da Nação. Afinal, desmatamento é algo diretamente ligado à miséria”, afirmou, depois de sobre o Bolsa Floresta, que remunera os habitantes das reservas para que ajudem na preservação.

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