Primeira prévia do ano da inflação oficial tem alta de 0,52%

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O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), que funciona como uma prévia da inflação oficial abriu o ano em alta de 0,52%

O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), que funciona como uma prévia da inflação oficial abriu o ano em alta de 0,52%. O resultado, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou acima da taxa de dezembro, quando foi registrada variação de 0,38%.
Nos 12 meses encerrados no período (resultado anualizado), o índice acumula elevação de 4,31%, acima dos 4,18% apurados em dezembro.
De acordo com o levantamento do IBGE, a principal pressão foi exercida pelo aumento médio de 1,46% das tarifas de ônibus urbanos, responsável pelo maior impacto individual no mês: 0,05 ponto percentual. O consumidor passou a pagar mais caro pelas passagens nos ônibus interestaduais (2,42%) e nos intermunicipais (1,49%).
O álcool combustível, em período de menor oferta, também contribuiu para a alta do IPCA-15. Com aumento de 5,42%, influenciou a elevação da gasolina, que ficou 0,63% mais cara em janeiro. Assim, os produtos não alimentícios registraram variação de 0,44% em janeiro, igual de dezembro de 2009.
Os produtos alimentícios voltaram a ficar mais caros e também exerceram pressão sobre o índice, passando de uma taxa de 0,17% em dezembro do ano passado para 0,81% em janeiro. Os produtos in natura, sensíveis a problemas climáticos, foram o destaque, especialmente hortaliças, com alta de 12,40%. Também ficaram mais caros os pescados (3,66%), o frango (1,45%), as carnes (1 58%) e as frutas (1,24%).
A análise regional mostra que a taxa mais elevada foi observada em Salvador (0,89%), enquanto a mais baixa foi registrada em Porto Alegre (0,13%).
Para calcular o IPCA-15 foram coletados preços no período de 12 de dezembro de 2009 a 14 de janeiro de 2010 e comparados com os vigentes entre 14 de novembro e 11 de dezembro do ano passado.
O índice mede a inflação para as famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e é pesquisado nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além das cidades de Brasília e Goiânia.

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