Previsão é PIM com gás natural até 2014

Segundo o representante da Companhia, nesta próxima etapa serão realizadas apenas obras pequenas, orçadas em torno de R$ 7 a R$ 8 milhões

A previsão da Cigás (Companhia de Gás do Amazonas) é que as indústrias atualmente instaladas no PIM (Polo Industrial de Manaus) devem estar aptas a produzir com “o mais limpo dos combustíveis fósseis”, o gás natural, no ano da Copa do Mundo sediada no país.
De acordo com o diretor-técnico e comercial da, Clovis Correa Junior, depois da implantação da rede de distribuição do produto para atendimento às termelétricas, a empresa se prepara para duas fases de expansão do gasoduto, destinadas a levar o gás natural às fábricas amazonenses.
Segundo o representante da Companhia, nesta próxima etapa serão realizadas apenas obras pequenas, orçadas em torno de R$ 7 a R$ 8 milhões. O diretor comenta que, a partir de doze válvulas de derivação alojadas nos 43 km de tubulação, serão construídos ramais de 100 a 500 metros, que devem atender a demanda, primeiramente, de nove clientes, dentre os quais sete indústrias e dois postos. “A maior obra tem extensão de 2,5 km”, destaca.
Apesar de não citar nomes, Clovis detalha que esta ligação quilométrica levará o gás a uma fábrica de pneus. No entanto, a Levorin é a primeira e única, até o momento, fábrica de pneus da capital amazonense que, por sinal, deve iniciar sua produção no início de setembro.
O diretor salienta que as tubulações serão compradas no final deste ano, e as obras iniciadas nos primeiros meses de 2012, com expectativa de serem entregues a partir de março do mesmo ano. Depois disso, a Cigás deve iniciar a fase três do projeto, que deve abranger todo o Distrito Industrial.
Estimada entre R$ 45 a 50 milhões, esta etapa deve ser finalizada no início de 2014, “ao menos para as empresas que já estão implementadas, já que o Polo está sempre crescendo”, como pondera Correa Junior, ressaltando que a Companhia tem conversado com a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) para que as obras da autarquia, no intuito de pavimentar o Distrito, sejam realizadas após esta fase.
Clovis explica que as fases não são realizadas instantaneamente porque o custo do investimento traria impacto direto na tarifa do gás natural, que custa até R$ 1,29 por metro cúbico para clientes com consumo diário de até 200 metros cúbicos, sem impostos incidentes. “Não adianta inserir no mercado um produto mais caro do que o que já está a venda”, finalizou.

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