Há algo a acrescentar à manifestação ocorrida em São Paulo, no Largo da Batata, onde os “supostos” adversários de Bolsonaro ali compareceram, previamente acertados, com o propósito de provocarem cenas de vandalismo, semelhantes às já ocorridas no domingo anterior? Sim, não foram só desocupados, marginais ou meros baderneiros. Também lá estiveram “terroristas” que sonham em trazer de volta à Nação o regime socialista, sem terem o mínimo de conhecimento acerca dessa “crença” que destruíra inúmeros povos que hoje já deixaram essa escravidão: República Tcheca, Hungria, Alemanha que era dividida; Croácia e outros. 

A polícia militar agira firme e sem ideologia porque vidas humanas de seres que exercem seu livre direito de manifestação dentro do regime democrático que vivemos não podem ter esse direito suprimido por “terroristas” que nada representam para  o bem da Pátria. Doria ao elogiar a atitude da PM o fizera  com base no bom senso e não fruto de ideologia.

A inversão de valores que tentam armar como se Bolsonaro fosse o causador da inexistente ruptura institucional, bem demonstra a leviandade de parte  do jornalismo que não engolira o resultado das urnas; até porque não há motivos para os “terroristas” irem às ruas para depredar bens privados e públicos, sob o manto de pretenderem defender a democracia, se este é o regime em que vivemos.

E, se acaso não fosse, Bolsonaro não teria sido eleito pelo voto popular, muito menos estes “paus mandados” por ocultos comunistas, nem na rua estariam. Todos, hoje exercemos a liberdade de expressão e o direito de ir e vir, direitos respeitados; inexistindo ataques às instituições.

Há, sim, críticas e estas tem de engolir e admitir os erros de procedimento e até reconhecer  que não pode um Poder invadir a competência do outro, eis que todos são autônomos; fato que já ocorrera mais de uma vez. Se temos um STF “domesticado”, pelos lulopetistas, não podem os derrotados nas urnas acusar Bolsonaro de pretender fazer o mesmo.

Aliás, é de se indagar: Porque esse tipo de jornalismo não fora vigilante no controle dos atos perpetrados pelos socialistas quando estes estiveram por longos 14 anos no Poder? Onde estavam os defensores da “democracia” ? E, agora virem falar em liberdade nada mais representa do que a hipocrisia, para não dizer a “má-fé”. Jamais, “os paus mandados”, incautos que se prestaram a um desserviço à Nação terão o condão de mostrar algo de positivo; a não ser a marca que carregarão em suas costas para o resto da vida: “eu fui um idiota”.

Porque a escória esquerdista nunca se indignara quando o mundo assistia a “marcha das vadias ou quando chamavam Jesus Cristo de gay”. O cinismo não encobre a leviandade de quem ignora o “não roubarás”… Afinal, serão sempre os derrotados nas urnas que agora contribuem para o ostracismo do qual fazem parte.

*é escritor e advogado, autor do livro Página Virada – Uma leitura crítica sobre o fim da era PT

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