1 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Premiação reconhece esforços da indústria local

A Nokia do Brasil vai concentrar seus esforços para continuar sendo a maior exportadora em 2009, mesmo diante do cenário de crise internacional

A Nokia do Brasil vai concentrar seus esforços para continuar sendo a maior exportadora em 2009, mesmo diante do cenário de crise internacional. A garantia é do diretor-geral da empresa em Manaus, Mauro Correa, ao representar a companhia na Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) para receber o troféu Cunhantã, que premiou na última sexta-feira grandes fabricantes do PIM (Polo Industrial de Manaus) com destaque para as áreas de exportação e geração de empregos.
A Nokia que exportou em 2008 US$ 440 milhões, vai trabalhar para continuar exportando, inclusive manter a posição que vem ocupando há vários anos. Para isso, Mauro Correa disse que a empresa está lançando produtos diferenciados e de alto valor agregado para se manter na liderança. “É difícil fazer projeção na atual conjuntura, o que posso dizer é que vamos continuar lutando para exportar o mesmo valor ou até mais neste ano”, disse, apontando que a empresa está lutando para manter os 1.500 funcionários trabalhando.
Segundo o diretor, a Nokia não está no PIM por sua condição econômica melhor, mas porque é parte integrante dessa comunidade e acredita na ZFM (Zona Franca de Manaus). Ele informou que o maior investimento da companhia no mundo está no PIM, que é a Fundação Nokia de Ensino. “Existe uma interação muito grande entre a companhia e o Amazonas, o que tem feito com que a operação da empresa em Manaus se torne mais competitiva”, assinalou, ressaltando que a fabricante de telefone celular trabalha com sistemas logísticos, rotas alternativas, visando a eficiência da fábrica local, fazendo com que a operação fique mais competitiva. “A Suframa tem ajudado bastante trabalhando principalmente nos problemas logísticos da região”, completou.
A Moto Honda da Amazônia foi outra empresa do PIM premiada com o troféu Cunhantã, projeto criado em 2004, por meio da portaria nº 56, visando estimular e reconhecer os esforços da indústria local. A fabricante do segmento de duas rodas foi considerada a maior empregadora em 2008, com maior média mensal de empregados, entre as empresas com projetos aprovados pelo CAS (Conselho de Administração da Suframa).
O assessor de relações institucionais da Moto Honda, Mário Susumo Okubo, disse que o prêmio é um orgulho para a empresa que tem a cultura de não demitir, só em última etapa, porque entende que formar um funcionário para atuar com produtos da marca Honda sai muito caro, portanto é preferível segurar a mão-de-obra. “Mantendo os empregos os trabalhadores terão dinheiro para gastar e com isso a economia vai girar”, comentou, ressaltando que atualmente a Honda emprega em torno de 10 mil funcionários no PIM.

Crescimento da produção

Mário Okubo lembrou que em 2008 houve crescimento de produção muito bom até o início da crise, desencadeada a partir de setembro. De lá até agora, a empresa está se apegando aos incentivos fiscais dados pelo governo para o setor de duas rodas. Ele disse que a empresa tem realizado paradas estratégicas na produção para manter o estoque de acordo com a necessidade do mercado atual e assim evitar demitir seus colaboradores. “Estamos no aguardo de nova prorrogação do pacote do governo, pois o momento de crise pede novas medidas governamentais”, disse.
Na última sexta-feira o setor de duas rodas foi contemplado com uma portaria interministerial que altera as regras do PPB (Processo Produtivo Básico) das motocicletas produzidas no país. Vale destacar que o novo PPB conseguiu agregar valor ao produto e beneficiar a indústria de injeção plástica com participação no produto.
Foram também contempladas com o troféu Cunhantã a Yamaha Motor da Amazônia como maior geradora de emprego, por haver registrado em 2008 maior saldo entre admissões e demissões. A fabricante também foi premiada como o melhor índice de permanência de mão-de-obra. A Recofarma Indústria do Amazonas foi premiada como “melhor saldo positivo na balança comercial” e a Exnama – Extratos naturais da Amazônia como o prêmio “Melhor índice de faturamento externo.

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