2 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Prefeito Arthur Neto envia Plano de Mobilidade à Câmara

O prefeito Arthur Neto, encaminha à Câmara Municipal de Manaus, nesta quarta-feira (18) o PlanMob Manaus (Plano de Mobilidade Urbana de Manaus) que propõe consolidar a política da cidade em nove diretrizes gerais que têm, entre outros objetivos, reduzir em 15% o custo estimado do setor para os próximos 20 anos; investimentos prioritários na mobilidade coletiva; e benefícios sociais superiores a R$ 9 bilhões no período, suficientes para compensar os investimentos.
As diretrizes apontam para a necessidade de favorecer os deslocamentos motorizados de média e grande distâncias por meio do serviço de transporte coletivo, alvo de planos e projetos; priorizar a circulação do transporte coletivo no sistema viário; valorizar a bicicleta nos deslocamentos de curta e média distâncias, como meio complementar e lúdico; reconhecer e favorecer o deslocamento a pé; estabelecer melhor articulação viária para redução da sobrecarga de fluxos desnecessários nas vias principais e para redução do tempo de circulação; promover a coordenação e integração entre os diversos tipos de transportes; propiciar mobilidade para as pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção; reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana; fortalecer a gestão pública.
O plano foi desenhado a partir de estudos que apontam para o crescimento no índice de motorização da cidade e a perda gradativa da participação do modo coletivo nesse percentual. Segundo os estudos, a cidade passou de 95 automóveis por mil habitantes em 2005 para 161, em 2015. Enquanto isso, a participação do modo coletivo de motorização caiu de 53% para 39,5% em igual período enquanto a motorização individual cresceu 14% subindo de 15,5% para 30,5%. “Manaus tem uma divisão modal muito próxima de cidades como São Paulo, onde os percentuais são praticamente iguais entre as três categorias (motorização coletiva e individual e não motorizados)”, diz o estudo.
O estudo mostra que Manaus interrompeu, no passado, a constituição de um sistema integrado e de racionalização da rede de serviços de transporte coletivo, bem como interrompeu a expansão dos corredores exclusivos, mantendo os terminais já construídos em estado bastante insatisfatório, com consequências na imagem, na funcionalidade e na lógica do transporte coletivo. Aliado a isso, o modelo viário potencializa os efeitos negativos por conta de uma circulação concentrada, diz o estudo.

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