PPB para televisor vai ser mantido

A solicitação de alteração do PPB (Processo Produtivo Básico) de cinescópio para televisor, efetuada pela LP Displays Brasil, foi indeferida pelo GT-PPB (Grupo Técnico Interministerial de Análise de PPB), composto por representantes do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e da Suframa.
O superintendente adjunto de planejamento da Suframa, Elilde Menezes, e o coordenador-geral de acompanhamento de projetos da autarquia, Gustavo Igrejas, dão conta de que o GT/PPB entende que a opção estratégica da empresa LP Displays em concentrar sua produção de cinescópios em suas fábricas asiáticas, fechando, como conseqüência, suas unidades fabris localizadas em São Paulo (Capuava, Suzano e São José dos Campos) e de Pernambuco (Recife), não pode afetar o atual nível de competitividade desse setor, penalizando outras fábricas que decidiram investir no Brasil, com o fortalecimento da cadeia produtiva de cinescópio.
Segundo o GT/PPB, a alte-ração do PPB em vigor, na forma solicitada pela LP Display Brasil, representaria uma diminuição substantiva na agregação de valor local, uma vez que todas as etapas referentes à fabricação dos tubos seriam dispensadas.
Nestes casos, o GT-PPB sempre busca avaliar os impactos que este menor valor agregado trará ao segmento industrial.

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