Possibilidade de terceira onda gera preocupação

Parece estar longe mesmo o controle da pandemia. Novas cepas de coronavírus aparecem, desafiando a ciência, que se debruça diariamente no combate à mais grave crise sanitária registrada nos últimos 100 anos no mundo.

A situação é mais preocupante no Brasil, principalmente agora com as declarações do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que admitiu a possibilidade de uma terceira onda de contágios no País. Depois da China, fomos um dos maiores epicentros mundiais da Covid-19.

E pelo menos 450 mil pessoas já morreram. São quase 2 milhões de casos da doença registrados em todos os Estados. O Amazonas contabiliza aproximadamente 15 mil mortos e mais de 380 mil ocorrências confirmadas.  

Segundo Queiroga, o Ministério da Saúde já trabalha o planejamento de ações para o enfrentamento a uma possível terceira onda da pandemia. O próprio diretor-presidente da FVS-AM (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas), Cristiano Fernandes, admitiu essa possibilidade.

A flexibilização nas restrições às atividades econômicas e do isolamento social, mais aglomerações, podem reunir as condições ideais para um novo pico da doença. Claro, a economia não pode parar. É óbvio. Mas também devemos lutar pela vida.

Não adianta os governos afrouxaram as rédeas se grande parte da população não mantém os cuidados básicos. Uso de máscara e álcool em gel, limpeza básica, mais cuidados com as situações de higiene, são essenciais para frear o avanço da pandemia.

Cada pessoa contaminada pelo vírus pode infectar outras 100. È hora de todos terem mais consciência sobre a importância da manutenção dos cuidados preventivos.

Nas ruas, vê-se o contrário. Muitos circulam sem máscara, aglomeram-se. Como frear uma pandemia diante de um cenário tão irresponsável, constrangedor? 

São Paulo já caiu em cena. O governo paulista apertou mais ainda as restrições como prevenção à variante indiana da Covid-19, registrada em pelo menos três Estados brasileiros.

Uma pessoa que veio da Índia foi detectada com a nova variante. Chegou a circular em três cidades brasileiras – no Rio de Janeiro, em São Paulo (capital) e outra no interior paulista. Agora, está isolada. Mas quantos foram contaminadas ao ter contato com esse viajante? Os casos estão sendo investigados. 

O risco de disseminação com a variante indiana é altíssimo.  Ela possui maior poder de transmissibilidade e é muito mais agressiva da detectada no segundo maior pico da pandemia no Amazonas. Precisamos rever nossas ações.

Foto/Destaque: Divulgação

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