Há um racha paralisante no país. De um lado, o governo Lula e seus seguidores; do outro, um forte sentimento anti-Lula, presente em alguns segmentos importantes da mídia e na oposição.
Há radicalismo dos dois lados, e um radicalismo paralisante.
Não se trata de embate de idéias, de projetos, de propostas, mas uma guerra política, em que vale qualquer argumento para desqualificar o lado oposto.
Para o país, é péssimo. Há duas situações positivas em embates políticos: quando há uma disputa por idéias, que faz com que a oposição obrigue a situação a se mexer; e quando há pactos, quando as duas partes se juntam em torno de uma idéia comum. O que acontece hoje é briga de foice que não tem nada de produtivo, uma radicalização que só levará a mais radicalização.
O que une um país é um objetivo comum, a busca de melhoria geral, a soma das partes para levantar a economia, a idéia de que todos são irmãos, ainda que com interesses divergentes.
O que está acontecendo é um racha, colocando de um lado parte da classe média, de outro, parte das classes populares.
É uma marcha da insensatez em que as duas pontas vão gradativamente se afastando. Pior: impedirá que, nas próximas eleições, surja algum candidato capaz de juntar as duas pontas

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