11 de abril de 2021

Polícia Federal investiga fraudes em combustíveis

Segundo a Polícia Federal, o combustível adulterado, era destinado a postos de revenda na região do Vale do Paraíba

A Polícia Federal em São Paulo deflagrou na manhã da quarta-feira, duas grandes ope rações: a Alquila, que tem por objetivo desmantelar uma organização criminosa envolvida na distri buição clandestina de álcool combustível, e a segunda parte da Operação Pucumã, que objetiva desmontar quadrilha que vinha fazendo uso de documentos falsos para fraudar o INSS.

Segundo a PF, o combustível adulterado, descoberto pela Operação Alquila, era destinado a postos de revenda na região do Vale do Paraíba, São Paulo, e no estado do Rio de Janeiro. A PF cumpre nesta quarta-feira 13 mandados de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Guaratinguetá.

Levantamentos da PF apontaram a utilização de empresas formalmente existentes, para dar suporte às transações de compra, distribuição e revenda de álcool hidratado e anidro-combustível com a utilização de notas fiscais falsas e reutilizadas. Algumas empresas investigadas não possuem autorização da ANP para comercializar os produtos.

Acusados são detidos pela PF

Os envolvidos estão ligados a adulteração dos combustíveis re vendidos pelos postos aos consumidores e causam prejuízos fiscais, econômicos, além de provocar excessiva poluição do meio ambiente. Eles devem responder por formação de quadrilha e crime contra a ordem econômica.

João Benedito Angelieri, ex-prefeito de Potim (a 170 km da Capital), foi preso na operação Alquila. Também foram detidos três filhos dele, a irmã e quatro funcionários da empresa Cana Brava, que pertenceu ao ex-prefeito. A operação se desenrola no Vale do Paraíba, em Campinas e no Rio de Janeiro. O ex-prefeito é suspeito de formação de quadrilha e uso de documentos falsos.

A Polícia e o Ministério Pú blico Federal realizam a outra ope ração em cinco estados, na tentativa de brecar fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Segundo a Polícia Federal, quatro quadrilhas estão envolvidas diretamente nos crimes e são responsáveis pelo desvio de R$ 10 milhões dos cofres públicos.

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