6 de dezembro de 2021

Plataformas online devem ser o futuro da educação

Exatamente quando as aulas estavam começando, em março de 2020, a pandemia da Covid-19 chegou ao Brasil e as escolas tiveram que fechar as portas. Às pressas, educadores e alunos foram forçados a se adaptar às aulas online. Essas mudanças podem ter vindo para ficar.

Uma das mudanças foi o ensino híbrido, que mescla o ensino presencial com o virtual. Esse formato é considerado mais interessante, personalizado e eficiente. Já as aulas não presenciais são uma opção utilizada por muitas universidades antes da pandemia, mas é uma completa novidade para as escolas brasileiras.

Essas formas de ensinar/aprender só foram possíveis graças à tecnologia. Com os aplicativos para postagem de conteúdos e plataformas de reunião online, os alunos podem continuar tendo aula sem sair de casa. Com base nisso, surgiram as plataformas de aprendizagem, que podem ser o futuro da educação.

As plataformas de aprendizagem têm tornado a educação mais acessível, dinâmica e flexível e são cada vez mais utilizadas, inclusive, por empresas, com resultados positivos. Uma destas plataformas é a Cloe, que ajudou a suprir a ausência da escola durante a pandemia, e já chegou a Manaus.

Para todas as faixas-etárias

Um estudo recém-divulgado, feito pelo LaPope (Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais, da UFRJ (Universidade Federal de Rio de Janeiro), mostra os efeitos da crise sanitária no bem-estar e no desenvolvimento dos pequenos, em relação a aspectos cognitivo, motor e sócio emocional, e aponta também os desafios para a reabertura das escolas.

A situação é ainda mais grave na rede pública, onde esse índice é de 33% contra 10% das famílias da rede privada. Preservar o vínculo com a escola durante o ensino remoto é uma forma de manter as brincadeiras e interações com outras crianças e com os professores, que são a base do trabalho da educação infantil.

Atualmente a plataforma Cloe já ajuda cerca de 275 escolas tanto públicas quanto privadas espalhadas em todo o Brasil. Além de já ter impactado mais de 100 mil alunos, colocando esse estudante no centro da aprendizagem solucionando problemas, pautando conteúdos e construindo com o professor em sala de aula, seja ela no formato remoto, híbrido ou presencial.  A ideia é unir o protagonismo do estudante, com uso da tecnologia tendo os professores como facilitadores.

“Em um sistema que é totalmente integrado, a Cloe traz todo o seu conteúdo programático em formato 100% digital. São trilhas de conhecimento temáticas, nas chamadas Expedições, atividades que desenvolvem competências socioemocionais por meio do Garage 21 (a partir de disciplinas modernas) e conteúdos inteiros em texto e multimidia com os Artigos Cloe”, falou Fernando Shayer, criador da plataforma.

“Além disso, a Cloe cobre todo o currículo obrigatório e diretrizes exigidas pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e propõe que as escolas substituam os livros e as apostilas impressas por projetos digitais”, acrescentou.

“A plataforma Cloe é indicada para todas as faixas-etárias do ensino básico. Por enquanto estamos focando nos ensinos infantil e fundamental, mas a partir do ano que vem a solução também será aplicada para o Ensino Médio”, informou.

Aulas mais divertidas

Em Manaus, a Plataforma Cloe já está sendo utilizada no Grupo Educacional Fabrício Sampaio, cujo diretor, Fabrício Sampaio, falou ao Jornal do Commercio. 

Jornal do Commercio: Por que o Sr. escolheu adotar essa plataforma?

Fabrício Sampaio: Com o início da pandemia, as escolas tiveram que se reinventar. Buscamos alternativas de ensino, uma educação ativa, para aquele ‘novo normal’, até que encontramos a plataforma Cloe, que tem dado todo o suporte neste período de aulas híbridas/remotas/presenciais.

JC: Quando tomou conhecimento da plataforma e resolveu adotá-la?

FS: Adotamos desde fevereiro de 2021. Tivemos conhecimento a partir de um workshop sobre educação, realizado em Brasília, onde os desenvolvedores, diretores e demais responsáveis pela plataforma, apresentaram o que há de mais moderno em ensino ativo, onde o protagonista é o aluno e não o professor.

JC: A Cloe está sendo utilizada com alunos de qual série e faixa de idade?

FS: Na minha escola, trabalhamos desde o Ensino Infantil, das turmas a partir de três anos de idade, até o Fundamental I.

JC: Explique como a plataforma funciona.

FS: Trabalhamos semanalmente. Cada aluno, em nosso laboratório de informática, descobre um mundo de conhecimentos através da Cloe. Aulas super divertidas e com ensino de qualidade.

JC: Como tem sido o rendimento deles?

FS: Excelente, as aulas ficaram muito mais dinâmicas, muito mais ativas. Estamos na era da tecnologia e, a plataforma Cloe consegue desenvolver diversas habilidades junto aos alunos. Eles adoram as aulas. É uma festa neste dia.

JC: Pretende continuar usando a Cloe, ou as aulas presenciais são insubstituíveis?

FS: Sim, pretendo continuar usando. As aulas presenciais são de grande importância para a sociabilidade dos alunos, mas a tecnologia veio para deixar as aulas muito mais divertidas e fáceis de aprender.

Foto/Destaque: Divulgação

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