Pix completa seis meses e tem adesão média mensal de 57,5%

Lançada oficialmente em novembro de 2020, a tecnologia Pix teve uma adesão rápida, tanto entre pessoas físicas quanto em meio às empresas — e já traz benefícios para pequenos negócios. Além de oferecer disponibilidade 24 horas durante os sete dias da semana, o método de pagamentos tem incorporado funções que o tornam ainda mais flexível e fácil de usar — ao todo, mais de 75 milhões de brasileiros já fizeram um Pix.

Segundo o Sebrae, esses elementos já se refletiram em um crescimento médio de 57,5% ao mês na adesão do sistema por empresas. “As facilidades prometidas pelo Banco Central desde novembro do ano passado se tornaram realidade ao se confirmar, na prática, por meio de sua usabilidade”, explica a analista Cristina Araújo.

Além da disponibilidade fácil — que depende de um cadastro simples —, o Pix se destaca pela conveniência e segurança de suas transações, feitas tanto usando uma chave específica quanto códigos QR. Em maio, a tecnologia incorporou o Pix Cobrança, que gera faturas com datas de validade semelhantes ao boleto e que calculam automaticamente juros e taxas adicionais se o prazo informado não for respeitado.

Dados do Banco Central (BC) mostram que mais de 83,5 milhões de pessoas, incluindo microempreendedores individuais (MEI) e 5,5 milhões de empresas já adotaram o sistema sem seus cotidianos. Ao todo, o país já possui mais de 237,3 milhões de chaves únicas cadastradas e gerenciadas pelas mais de 750 instituições habilitadas, que vão de bancos tradicionais a fintechs, instituições de pagamento e cooperativas de crédito.

O BC quer continuar a expansão das funcionalidades do Pix e já planeja um novo sistema que permitirá a realização de saques e o recebimento de troco para pagamentos. A proposta do Pix Saque é permitir que valores sejam transferidos digitalmente para estabelecimentos e retirados em espécie pelos clientes, enquanto o Pix Troco permitiria o pagamento digital de valores acima do cobrado, com o troco também sendo oferecido em espécie. As propostas, cada uma com seus limites e suas restrições, atualmente passam por uma consulta pública.

Foto/Destaque: Divulgação

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